Me transformando em corno

Contos de Traição: Me transformando em corno

Me transformando em corno. Eu me chamo Tony, sou um cara de 45 anos e casado com uma mulher 10 anos mais nova que eu chamada Clarissa. Ela tem um fogo gigantesco, sempre curtiu uma putaria e de uns tempos pra cá reclamava muito da falta de sexo, depois que mudei de trabalho. Eu vivia para o meu emprego e quando chegava em casa sempre tava cansado. Eu sempre fui louco por ela, a ponto de fechar os olhos pra tudo, e um dia fui fuçar o whats dela e flagrei ela conversando putaria com outro cara.

Como nunca invadimos a privacidade do outro ela nem se preocupou em apagar, mas li ela falando que tava louca pra ser comida pelo cara e que a boceta dela tava bem molhadinha só de pensar no encontro deles. Eu fiquei arrasado na hora, me sentindo um bosta, mas ao mesmo tempo fiquei com muito tesão e isso foi que me fez sentir pior porque eu pensava que um cara que sente tesão vendo a esposa com outro é um lixo.

Enfim, fingi que nada tava acontecendo e toda noite quando ela ia para o banho eu lia os papos dela com o cara, que era um negro forte e que parecia alto. Eu ficava cheio de tesão e quando a safada saía do chuveiro eu metia a pica nela só pra ela saber quem mandava naquela boceta.

Eu li que ela marcou com o negão numa quarta feira, que é o dia que eu estaria vendo jogo com meus amigos em um bar e eles ficariam a vontade. Dá pra acreditar que a piranha marcou de dar pra ele na nossa cama? Fiquei puto mas cheio de tesão também, por isso eu ia armar de pegar ela no flagra.

Eu saí, disse que ia ver o jogo, fiquei num bar perto de casa e 1 hora depois voltei pra casa escondidinho. A porta do quarto tava aberta e ouvi ela dando pra o cara. A safada gemia com ele de um jeito que não gemia comigo, eu ouvia ela pedindo pra ele botar no cuzinho dela e dizer que queria que eu metesse desse jeito que ele mete.

Eu tava doido pra entrar na putaria

Meu pau tava duro pra caralho eu tava doido pra entrar na brincadeira, fui espiar e vi minha mulher ali, levando pica do negão, gemendo com a boceta toda molhada. Eu então entrei no quarto e disse que ela era uma vagabunda. Na hora ela ficou branca, o cara ficou bem sem graça também, falou para eu ter calma e eu disse que se ela queria ser puta, porque não me chamou para a brincadeira?

O cara foi embora rapidinho e ela ficou dizendo que procurava outros porque eu não comia ela em casa. Fiquei tão puto que peguei ela ali molhada e meti a rola nela, ela ficou se sentindo uma puta e meu objetivo era esse, enquanto metia eu xingava ela de puta, de cachorra, que ela merecia uma boa gozada naquela cara de vagabunda e que de agora em diante eu trataria ela como puta.

A primeira coisa que fiz foi chamar um amigo do trabalho para comer ela. O nome do cara é Souza e ele é o maior safado, então topou fácil. Cheguei em casa e avisei a Clarissa da surpresa que ela teria a noite, ela se fez de santa mas quando meu amigo chegou eu preparei umas bebidas pra gente e fiz ela colocar um vestido bem curtinho pra deixar a gente doido.

A gente começou a beber, puxei ela pra um beijo, ela veio de má vontade, mas continuei. Logo ela tava bem soltinha e fomos os três para o quarto. Meu amigo colocou a camisinha mas antes fez ela dar uma chupada no seu pau, ela começou meio tímida, ou tava fingindo né? e depois veio chupar o meu.

Nessa hora toquei na boceta dela e vi que tava bem molhadinha, isso deixou meu pau parecendo uma rocha, ai botei ela de quatro enchendo aquele rabo gostoso de tapa, que ela até reclamou, mas meti gostoso pra caralho na boceta ensopada de uma vez só, enquanto ela chupava a rola do Souza.
me transformando
Tava uma delícia ver minha mulher parecendo uma piranha, gemendo e rebolando no cacete. Ela mal conseguia gemer com a boca ocupada abocanhando aquele caralho e levando na boceta gostosa. Eu ainda queria mais e soquei fundo no cuzinho dela, ela soltou um gemido e uma lágrima mas pediu pra eu socar fundo. A safada começou a me chamar de corno, pediu pra eu socar mais, que ela queria ser punida.

Eu meti gostoso, e ela dizia:
– Vai meu corninho safado, come o cu da sua puta, é assim que eu gosto. É assim que eu queria sua pica, me fode.
Isso ela com a boca bem ocupada chupando o caralho do Souza.

Ele perguntou se podia gozar na boca dela, eu dei permissão e nós dois juntos começamos a punhetar enquanto ela tava ajoelhada e logo a gente soltou nossos jatos de porra na cara da minha esposa putinha, deixando ela toda lambuzada.

Foi uma experiência incrível e até hoje a gente procura outros caras para comerem minha mulher. Se você tiver afim de de trocar experiências basta mandar mensagem.

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