Conto de Incesto: Hoje sou a puta do meu filho

Hoje sou a puta do meu filho. Sou uma mulher de 50 anos, me chamo Cláudia, sou divorciada, moro no interior de São Paulo e tenho um filho de 20 anos chamado Gustavo. Depois da separação ficamos só nós dois morando juntos e confesso que meu casamento era muito ruim, eu sempre tive desejos reprimidos, meu marido nunca me deu prazer e todo carinho que recebi na minha vida inteira veio do meu filho.

Com o tempo ele foi crescendo e virou um rapaz muito lindo, viciado em academia, corpo definido e eu achava ele lindo, sempre fui aquela mãe muito babona que idolatrava mesmo ele, que sempre foi muito paquerado pelas garotas do nosso prédio e ele aproveitava pra ficar com algumas mas até então não tinha nada sério com ninguém e dizia que eu era a única mulher da vida dele.

Com o tempo fui percebendo que ele me olhava diferente e não sabia se era só coisa da minha cabeça, já que eu tinha muito tesão por ele e ficava tentando esquecer isso e ficar numa boa fingindo que aquilo não existia. Eu rezava todo dia pra isso acabar mas com o tempo o Gu foi ficando mais ousado, chegava suado da academia e mostrava aquele corpo definido e me deixava com a boceta toda molhada.

Imagina essa situação, acabei ficando 1 ano com um tesão incontrolável, tendo que tocar siririca todo dia pra aliviar o desejo, mas eu tava louca. Cheguei num ponto que contratei um garoto de programa parecido com o Gustavo só pra matar minha vontade, mas depois me senti muito suja.

Já tinha uns 5 anos que eu não fazia sexo e ter saído com o cara despertou meu lado mais selvagem que já tinha adormecido com a separação e os maus tratos no casamento e sem aguentar mais decidi ser mais sedutora e ignorar todo meu medo de me entregar para meu filho.

Acabei chupando meu filho

Cheguei em casa do trabalho, ele me abraçou com força e fomos jantar. Durante todo o momento eu não parava de olhar pra ele com cara de safada, eu fiquei com a xana toda molhadinha por causa dele e me imaginei transando com ele e pra ver se rolava, nesse dia disse que tava me sentindo sozinha e convidei ele pra dormir no meu quarto. Ele aceitou e na hora de dormir ele veio só com um short, dava pra ver que tava sem cueca por baixo e fiquei imaginando aquele pau que vi tantas vezes entrando na minha boca até seu saco bater no meu queixo.

A porta do quarto tava trancada, a luz tava apagada por isso fiquei no escuro mais relaxada, a gente não conseguia ver a cara do outro direito. Eu dei um abraço, enchi ele de beijos no rosto e com o tempo fui me arrepiando, me soltando e não aguentei me juntei mais ainda ao corpo dele e senti seu pinto ficando bem duro.

Eu tive toda certeza do que eu queria, coloquei a TV no canal pornô e perguntei se ele gostava. Ele respondeu tímido que sim e a gente começou a assistir enquanto eu botei a mão no seu pau e comecei uma punhetinha discreta. Ele gemeu baixinho, segurou minha mão e foi controlando os meus movimentos.

Eu desci até a altura da sua pica, abaixei seu short e cai de boca no pau dele. Chupei gostoso, fiquei louca mamando a pica do meu filho, ele empurrou minha cabeça com violência e disse que não imaginava que eu chupava tão gostoso assim e que sempre teve vontade de me comer.
puta
Depois de caprichar no boquete ele não demorou a gozar, ficamos ali relaxando, ele se abaixou e veio chupar minha boceta. O pai dele nunca tinha feito isso e eu fiquei doida, a língua dele me invadindo era uma delícia, ele chupava meu grelo de um jeito gostoso, foi uma delícia de chupada e quem acabou gozando fui eu.

Logo ele tava pronto pra outra, nem falou nada comigo, nem colocou camisinha e veio me puxando pelo quadril violentamente, deu um tapa na minha bunda e me fez sentir uma puta quando empurrou a rola toda de vez na minha boceta e me xingava de um monte de coisas. Parecia que ele tava me punindo por sentir tesão por ele.

Eu me senti uma puta, ele me puxava pelos cabelos, metia no meu cu e mandava eu rebolar enquanto dizia que queria a mãe dele rebolando no seu caralho. O pau dele era grosso, me deixava doida de tesão e eu fiquei gemendo de dor e de prazer, era uma delícia ser a puta do meu próprio filho e ele socava na minha boceta de um jeito voraz, parecia que nunca tinha visto uma mulher na vida.

Ele falava o tempo todo que minha boceta era bem apertadinha, que era uma delícia me foder e que ele ia ficar viciado e ia querer sempre. Eu claro, disse que era dele e que ele podia fazer o que quiser comigo, então ele respondeu que queria que eu sentasse no seu pau. Levantei, sentei na vara dele e rebolei gostoso de um jeito que nunca pensei em fazer na vida. As fodas com meu ex eram bem mornas e com o Gustavo eu era uma atriz pornô.

Ele ficou me comendo, mas eu tava a tanto tempo sem dar que fiquei toda dolorida, o corpo inteiro, parecia uma surra e minha boceta ficou arregaçada, mas eu queria dar muito prazer para ele e depois de um tempo ele gozou mais gostoso que na primeira vez, deu uma gozada farta dentro de mim e me deixou toda melada com a sua porra.

A gente acabou acostumando a transar. Chego em casa do trabalho, a gente janta e antes de dormir meu filho me come gostoso. Ele não tem namorada, o que faz algumas pessoas da família suspeitarem que ele é gay, mas a gente acha até melhor assim. Espero que tenham curtido esse relato curto, depois volto pra contar mais.

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Incesto

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