Como eu virei puta?

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Como o casamento nunca esteve nos meus planos, é claro que eu nunca vi a virgindade como um tabu, mas como quase todas, eu também sonhava com aquela historia de príncipe encantado e amor eterno onde eu só me entregaria para aquele homem que me deixa-se perdidamente apaixonada.

Apesar da sua insistência eu resisti muito para me entregar a ele, foram longos meses de muita excitação, mas depois da cerimonia eu não poderia mais continuar fugindo dele e a relação teria que acontecer. Nervosismo, excitação, medo e desejo eu ainda era virgem e não sabia como deveria me comportar na minha noite de núpcias, ainda bem que tudo ficou por conta dele que nem terminou de me despir e já havia entrado desmistificando aquela historia de que ao romper um cabaço doía muito.

Após conseguir vencer o medo, a excitação foi se tornando tão gostosa que o nervosismo foi dando lugar ao desejo, a nossa primeira relação aconteceu de uma maneira tão intensa que eu nunca saberia avaliar o que era o sexo ate ter a nossa segunda relação. Dia após dia nos íamos tendo cada vez mais intimidade na cama e era tudo sempre tão gostoso, sempre uma novidade que eu me perguntava como pude esperar tanto tempo para experimentar esse prazer, eu havia me tornado uma insaciável na cama e estava numa busca desesperada para recuperar todo o tempo perdido, mas infelizmente o tempo de resposta do homem é bem diferente ao da mulher e o meu marido não estava conseguindo dar conta de todo esse fogo e foi ai que após dois anos de casamento as primeiras propostas indecorosas começaram a surgir.

Ele estava me propondo ser dividida na cama, ele queria me compartilhar com outro homem e esperava que eu fosse o seu brinquedinho sexual, que eu aceita-se esse homem estranho de pernas abertas e isso abalou um pouco a nossa relação em casa, durante alguns meses o sexo foi se tornando cada vez mais raro, mas não a minha vontade e desejo de faze-lo.

Me tornei uma putinha

Eu estava subindo pelas paredes e já começava ate a recorrer à Masturbação quando num desses raros momentos em que nos tínhamos de intimidade eu lhe confessei todo o meu amor dizendo que jamais conseguiria olhar para outro homem me possuindo que não fosse ele e foi então que ele encontrou a grande solução de dar continuidade ao seu plano de orgia.

Brincando com o meu imaginário ele me vendou e começou a sussurrar a sua fantasia enquanto me possuía, e eu gozei muito porque sabia que naquele exato momento era ele que estava ali me invadindo, apesar dele estar modificando a sua voz e forçando de vez enquanto as suas estocadas para tentar se passar por outro homem. Essa brincadeira de ficar vendada enquanto ele me possuía foi o reinicio da nossa lua de mel e embora eu ainda não tivesse coragem para me deitar com outro homem, eu já começava a relaxar com os seus sussurros fantasiando essas relações e simplesmente deixava tudo acontecer.

Nos amávamos quase todos os dias e foi maravilhoso fazer sexo com ele nesses dois primeiros anos, só tivemos essa pequena pausa quando ele começou com essa insistência de querer me transformar numa puta, nessa possibilidade de colocar um homem estranho na nossa cama, mas pouco a pouco eu fui me entregando as suas luxurias e retomando a nossa vida sexual, fantasiando junto com ele essa possibilidade de estar sendo possuída por outro.

Nunca havia conhecido outro homem, mas com quase três anos de casada é claro que seria impossível eu não sentir a diferença da pegada, da textura e do volume de outro homem me invadindo que rapidamente levei as minhas mãos para remover a venda, fui contida e os seus sussurros continuaram no meu ouvido enquanto alguém se movimentava entre as minhas pernas me fazendo gozar.

Primeiro eu fiquei muito nervosa porque jamais aceitaria este tipo de relação, mas assim como tinha acontecido na minha primeira vez, a minha opinião sobre o sexo começou a mudar quando eu comecei a gozar, conversamos muito depois desta relação e eu me recusei a usar aquela venda nas relações seguintes ate me dar conta de que faltavam alguns centímetros no meu marido para me preencher e acabei lhe pedindo para que me venda-se novamente.

As experiências seguintes foram boas, mas não tiveram o mesmo prazer que eu me vi obrigada a abolir aquela venda e ir para o site junto com o meu marido procurar pelo tipo de homem que me preencheria, experimentei vários durante uns quatro meses e sempre querendo outro, sempre procurando por alguém que me sacia-se e sem conseguir achar passei a usar dois ou ate três homens de uma única só vez enquanto o meu marido que era um ótimo telespectador gostava de ficar lá só me assistindo na cama enquanto os meus amantes se revezavam entre o meu corpo e a minha boca me deixando toda lambuzada de prazer.

A solução que nos encontramos para conter essa minha compulsão sexual foi unir o útil ao agradável onde eu atendia profissionalmente duas vezes por semana numa casa especializada de Swing transando em publico com vários homens de uma só vez para poder animar o lugar que se tornava a maior orgia para o deleite do meu marido que estava lá na plateia se deliciando enquanto eu era preenchida por enormes homens lá no palco.

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(1) Comentário(s)

  • adryana - Criado em 01/10/2021 Se a história for verdadeira, gostaria de conversar com a puta pfvr pode me mandar um email xxxx

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