Velhos com novinhas: Quem arrombou minha buceta virgem foi meu avô

Quem arrombou minha buceta virgem foi meu avô

Meu nome é Adélia, tenho 22 anos e vou contar como foi que perdi minha virgindade aos 18 com meu próprio avô.

Meu avô se chama Justino, tem 70 anos mas sempre foi muito ativo, inteirão mesmo, nada parecido com aqueles velhos que a gente imagina com essa idade, ele é alto, nem magro e nem gordo, olhos verdes, cabelos grisalhos e uma barba meio rala também grisalha.

Confesso que sempre curti homens mais velhos, só que nunca me imaginei pegando um cara tão mais velho, ainda mais meu avô, sempre achei incesto um pecado bem nojento e julgava quem curtia isso, mas acabei, como dizem: pagando a língua.

Sempre fui estudiosa e não saia muito de casa, mas aos 18 aninhos comecei a sentir minha bucetinha coçando, louca pra sentir um pau entrando nela. Minhas amigas já tinham perdido a virgindade, eu me sentia um ET, mas morria de medo de tudo que diziam, da dor e tal.

Namorava um nerd do colégio, mas ele mal me beijava, imagina tentar alguma coisa comigo. Aqui em casa, minha família sempre foi meio louca, minha mãe e meu pai são primos, meu avô também casou com uma prima e sempre foi safado nas festas de família.

Meu avô quando bebia aproveitava pra dar em cima das noras, mas ninguém ligava já que esse sempre foi o jeito dele. Um dia aproveitei para passar o dia com ele, fui fazer o seu almoço porque minha mãe e minha vó foram fazer compras, e meu avô sempre cozinhou mal.

O velho sentou vendo jogo na tv com uma lata de cerveja, comecei a ver o olhar dele ir ficando cada vez mais safado. Ele me chamou, pediu para eu sentar no colinho do vô e eu sentei em sua coxa, mas por alguma razão, me deu uma vontade louca de ir sentando mais no meio e senti ele ficar meio nervoso e logo um volume cresceu na minha bunda.

Mesmo por cima da calça senti que o pau dele era enorme, tava cutucando meu rabinho e logo fiquei toda molhadinha e assustada com aquilo. Resolvi me levantar e sai correndo para o meu quarto. Meu avô depois de uns minutos bateu na porta, nervoso, pedindo desculpas, acho que ele ficou com medo de eu contar para alguém.

Ele perguntou se tava tudo bem comigo, eu disse que sim, e não comentamos mais o assunto. Os dias foram passando e meu tesão despertava cada vez mais. Eu tomava banho, usava o chuveirinho pra aliviar meu tesão, enfiava aquela ducha gostosa na minha bucetinha e curtia as sensações deliciosas que invadiam meu corpo e logo eu chegava ao orgasmo pensando no meu vô Justino.

A verdade é que meu corpo tava pedindo sexo e eu morria de medo de perder meu cabacinho. O máximo que já cheguei com um namoradinho foi chupar seu pau de forma desajeitada e tocar uma punheta pra ele, mas o safado insistia pra me comer e eu nunca liberei.

Comecei a pensar: Se eu tava a fim de foder, não queria que fosse com qualquer um que espalhasse para os amigos que me comeu e a cada dia meu avô ficava mais na minha cabeça e nas minhas fantasias mais safadas. Eu sempre curti me masturbar escondidinho, sentia culpa mas fazia com frequência e só aumentou depois do episódio onde senti o pau duro dele na minha bundinha.

Ficava imaginando como seria dar pra ele, abrir minhas perninhas e sentir ele penetrando minha bucetinha virgem, enquanto me beijava gostoso. Deixava minha imaginação viajar e descia minha mão pela minha barriga, sentia minha pele se arrepiar e logo eu alcançava minha calcinha, enfiava a mão por dentro dela e começava a me masturbar bem gostoso pensando nesse monte de coisas que eu queria fazer.

Meu avô tarado não resistiu e veio passar a mão em mim

Como era de costume, minha mãe saia com minha vó aos fins de semana e meu avô ficava, dessa vez aqui em casa. Eu tava super a vontade, usando um shortinho jeans bem coladinho, uma blusinha branca, ouvindo música enquanto arrumava meu quarto. De repente meu avô que tava na sala vendo TV, chegou e comentou que eu tava muito linda.

– Você tá muito linda com esse shortinho, minha neta. Eu não esqueço o dia em que você sentou no meu colo, eu fiquei louco.

-Aii vô, eu fico com vergonha de falar isso.

-Não precisa ter vergonha, linda, eu não vou contar pra ninguém.

Ele falou e foi se aproximando, tocando meus cabelos, descendo pelos meus braços até chegar na minha bundinha, que ele apertou e na hora minha buceta ensopou de tesão. Sem querer soltei um gemido.

-Que bundinha gostosa você tem Adélia, toda durinha. Aposto que os caras adoram pegar você por trás né?

-Que nada, vô!eu ainda sou virgem, nunca dei pra ninguém. -respondi já perdendo a vergonha.

-Que delícia, então deixa eu ser o primeiro, linda.

Eu sorri bem safadinha e ao mesmo tempo nervosa.

Ele me puxou apertando minha bundinha, me deu um beijo gostoso, e começou a tirar toda a minha roupa. Eu fiquei molinha nos braços dele, fui tirando tudo e quando fiquei nua ele abriu o zíper da sua calça e pediu pra eu chupar seu pau, eu fiz sem pensar duas vezes e fiquei impressionada com o tamanho daquele cacete cheio de veias.

Fiquei sentada na cama enquanto ele enfiava o pau na minha boca e me fazia chupar bem gostoso. Eu até sentia o saco dele batendo no meu queixo, segurei e comecei a fazer carinho enquanto mamava meu velho avô e recebia elogios dele por saber chupar bem gostoso.

-Pra uma virgem você sabe chupar direitinho né safadinha?

-Eu já fiz isso com o meu ex, o Alex, lembra dele? foi o único pau que eu chupei vovô, mas o seu é bem melhor.

Eu continuei me deliciando com aquele cacete e aproveitei a mão livre pra brincar com a minha xaninha levemente peludinha. Ele interrompeu a chupada, me botou na cama e começou a brincar com a língua no meu grelinho, foi o primeiro oral gostoso que eu recebi, fiquei doida de tesão, querendo sentir aquela língua engolir minha bucetinha. Instintivamente comecei a rebolar e gemer na boca do velho, ele ficou louco de tesão, seu pau tava duro feito rocha.


Depois de se deliciar com minha bucetinha, ele tirou o resto das roupas, senti os pelos dele roçando no meu corpo, ele foi deitando sobre mim, começou a chupar meus peitinhos, me deixando mais arrepiada.

-Vou ser bem carinhoso, linda… vou te fazer mulher.

Ele foi penetrando o pau devagar, perguntando o tempo inteiro se tava doendo, confesso que no começo doeu muito, saiu um pouco de sangue, mas eu continuei deixando ele colocar mais. Quando o pau entrou todo, senti que ia rasgar minha bucetinha e doeu quando ele começou a bombar, mas meu tesão era tão grande que eu fiquei doida.

-Que delícia comer uma bucetinha virgem, que apertadinha você é minha neta

-Aii vô, me fode, seu pau é tão gostoso.

Ele continuou em cima de mim, eu tava com as pernas bem arreganhadas pra entrar melhor, tava muito gostoso. Ele ergueu minhas pernas, segurou pela panturrilha e começou a meter mais forte. Foi bem gostoso ver meu avô safado suando e gemendo em cima de mim. Minha bucetinha inchadinha tava toda espremidinha apertando seu pau.

Eu fiquei brincando com minha bucetinha, tocando siririca e senti que viria um orgasmo bem forte, e ele também avisou que iria gozar, não demorou muito pra isso. Ele me fez ficar de quatro e quando foi socar gostoso de novo, eu já toda assada, ele não aguentou muito tempo a visão do meu cuzinho empinado pra ele e acabou gozando gostoso na minha florzinha.

Ele encheu ela com sua porra gostosa, eu continuei me masturbando e rapidinho gozei também. Foi a melhor transa da minha vida, com meu avô, meu melhor homem e amante até hoje.

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