Conto Gay: Meu amigo hétero comeu meu cu a força

meu amigo hétero comeu meu cu a força
Eu tenho 20 anos, me chamo Rafael, mais conhecido como Uel, e tenho um amigo de longa data chamado Bruno, uns 2 anos mais velho do que eu. A gente se conhece a muitos anos porque moramos na mesma rua e estudamos juntos até o fim do ensino médio.

Ele sempre foi homofóbico e por medo de perder a amizade dele, eu sempre escondi meu desejo por outros homens e já cheguei até a namorar algumas garotas, mas na hora do sexo eu sempre arrumava uma desculpa e caía fora.

O Bruno é um cara bem bonito e popular aqui no bairro e na faculdade onde a gente estuda, é o oposto de mim que sou muito tímido e tenho poucos amigos, a maioria são os que eu conheci através dele.

Bom, eu sempre soube que era gay mas procurei esconder, só que com 18 anos eu tive meu primeiro namorado, bem tarde, eu sei, e com ele a minha primeira vez. Depois que dei o meu cuzinho virgem para ele, tive certeza de que gosto mesmo é de pau, e com isso eu comecei a pensar mais ainda no Bruno. Sempre fui apaixonado por ele mas escondi de mim até, para não sofrer.

Depois de começar a dar para o meu namorado mais vezes, eu imaginava o Bruno me pegando de jeito com aquelas mãos enormes, aqueles braços malhados e bombando gostoso no meu cuzinho enquanto me beijava inteiro. Eu tocava punheta quase todas as noites pensando no pau dele enfiado na minha boca e com o tempo fui disfarçando menos.

Ele acabou percebendo meu namoro, me disse um monte de coisas horríveis, me chamou de viado e tudo mais e falou pra eu nunca mais olhar na cara dele. Fiquei mal mesmo, quase no fundo do poço, até terminei meu namoro por saber que eu não gostava do cara.

Na faculdade, ele não espalhou pra ninguém sobre mim, mas me ignorava, na rua da gente então, todo mundo achou estranho ele não falar mais comigo, aí um dia depois de muito me ignorar, rolou uma festa junina na rua onde a gente mora. Os vizinhos colocaram barracas, teve banda tocando, todo mundo se divertindo e minha vontade era de ficar em casa pra não ver ele se agarrando com nenhuma puta.

Um amigo da faculdade passou aqui em casa pra gente terminar um trabalho, já que ele também tá pouco se lixando pra festas e quando a gente começa a fazer, o Bruno bate na porta bêbado e começa a falar besteira, ofender meu amigo, então mandei ele ir embora mas ele disse que não ia sair de lá, então pra evitar problemas pedi que meu amigo fosse, ele entendeu e se mandou dali.

O Bruno começou a perguntar se eu tava dando pra o cara, que eu era um viadinho safado, que com certeza eu dava pra todo mundo e não sabia como pode ter sido amigo de uma bicha por tanto tempo sem perceber. Fiquei puto, mandei ele ir pra puta que pariu, mas ele me puxou pelo braço e disse:

Ele me pegou pelo braço e me levou pra cama

– Você é uma putinha bem safada, você gosta de rola? vou te mostrar uma bem grossa então.

Caralho, confesso que na hora eu gelei de medo, eu não sabia o que ele podia fazer, já que ele sempre foi homofóbico, mas assim que me levou até o quarto, ele trancou a porta com chave, me empurrou com força na parede, e começou a me beijar. No começo eu não queria, quem ele pensa que é pra me tratar como lixo e depois beijar?

Mas foi difícil resistir assim que senti o pau dele ficando duro encostado no meu. O volume ia crescendo cada vez mais, aquele pau era imenso só de sentir ele ali por dentro da calça. Senti meu cuzinho piscar e meu pau ficar duro também, mas eu não podia deixar barato e mandei ele me soltar.

Ele então me virou de costas com força. Ele é bem malhado e eu sou bem magrinho, então não tive muita chance. Assim que me virou, ele tirou a calça de moletom que eu tava usando, tirou minha cueca e começou a apertar minha bunda.

Isso me deu muito tesão mas pedi pra ele parar com aquilo antes que desse merda. Ele então falou que ia me comer gostoso e que eu não deixasse meu pau encostar nele, deu pra ver o quanto isso o deixava incomodado.

Eu levantei e disse que se ele tinha nojo de mim, então fosse embora, mas ele me empurrou de volta, abriu meu cu, deu uma cusparada e meteu aquela piroca cabeçuda inteira, de uma vez só no meu cuzinho. Eu chorei de dor, ele queria me punir mesmo, me arrombando inteiro. Eu pedi pra ele ir devagar que tava doendo muito mas ele só metia mais forte, ele socava tão forte no meu cu que eu achei que ia rasgar todas as minhas pregas.

Ele urrava de tesão, parecia um bicho no cio me comendo, e eu sentindo ele ali em cima de mim, comecei a relaxar mais e me masturbar enquanto ele me comia. Ele começou a ser mais carinhoso, beijava minhas costas, falava sacanagem e isso me excitava.

-Seu cuzinho é tão apertado, seu viadinho, aposto que você nunca levou uma piroca grossa como a minha né?

Ele continuou comendo meu cu, me botou de frango assado e enfiava o pau com tanta força que só faltou empurrar as bolas com tudo. Eu comecei a me soltar, pedi mais pica, chamava ele de gostoso, de safado e pedia mais, quanto mais eu pedia, mais ele metia.
a força
Depois de meter gostoso ele gozou muito dentro do meu cuzinho e quando tirou o pau começou a brincar porque meu cu tinha ficado todo arregaçado. Ele sorriu, começou a enfiar os dedos e meu cu piscava na mão dele. O safado foi ao banheiro lavar o pau e quanto voltou subiu em cima de mim e disse:

-Chupa meu pau!

Comecei a chupar, ele empurrava mais, eu até engasguei com aquela piroca enorme na minha boca, ele mandava eu chupar, dizia que ia me arrombar mais ainda, que eu ia ser sua putinha agora e não demorou muito, o safado gozou de novo na minha boca. Não sei de onde ele tira tanta porra, porque nas duas gozadas que ele deu me deixou todo ensopado com a sua gala.

Depois de me comer e me deixar todo arrombado, ele falou pra eu não contar isso para ninguém, vestiu a roupa e se mandou. Depois disso arrumei outro namorado, mas meu vizinho nunca parou de vir atrás de mim me comer gostoso na encolha.

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