Velhos com novinhas: Liberei a bucetinha para o meu vizinho velho

Liberei a bucetinha para o meu vizinho velho

Me chamo Anne, tenho 21 anos, sou loirinha, olhos castanhos, pele branquinha, seios médios rosadinhos e uma bunda pequena e empinadinha. Sou daquelas falsas magras.

No prédio onde eu moro, tem um vizinho coroa com mais de 60 anos, cabelos grisalhos já, viúvo e muito simpático. A gente sempre se encontrava no elevador, ele brincava comigo, me ajudava com as sacolas, ia batendo papo, perguntava sobre a minha faculdade, ele sempre era gentil.

Um dia cheguei lotada de sacolas, não tinha ninguém em casa, ele se ofereceu pra me ajudar, mandei ele entrar e dentro do meu ap, o velho, que a gente conhecia como Seu Ricardo, começou a me olhar com uma cara de safado, de cima a baixo, eu confesso que fiquei me sentindo a gostosona.

-Agora tô observando, como você tá cada dia mais linda Anne, se fosse no meu tempo de moço, você não escapava.

Eu ri e respondi que ele ainda dava um caldo, eu nunca tinha reparado nele como homem até esse dia, depois disso comecei a sentir tesão por ele, acho que pela curiosidade de saber o que um homem mais velho faz na cama, tudo o que ele tinha pra ensinar.

Nesse dia comecei a pensar no seu Ricardo, ele era delicado e ao mesmo tempo rústico. Cabelos grisalhos bem cortados, ele ainda não era calvo. Usava camisetas e bermuda, sempre via seu peito peludo aparecendo pela camisa.

Ele virou minha nova curiosidade, eu as vezes tocava siririca pensando nele me comendo, enquanto eu não matasse a minha vontade de dar pra ele eu não sossegaria, mas eu não tinha certeza se ele tava a fim ou era só gentil, então resolvi provocar ele de forma sutil pra ver no que daria.

Um dia minha mãe foi dar plantão (ela é enfermeira) e eu aproveitei pra convidar ele para jantar aqui em casa. Ele é viúvo, mora sozinho, os filhos sempre vem visitar ele, mas nessa noite ele ia ficar sozinho e convidei.

Aproveitei que ia ficar sozinha e convidei ele pra me comer

O Seu Ricardo aceitou, marquei a hora, tomei um banho, fiquei bem perfumada, coloquei uma blusinha de alcinha, um shortinho preto bem curtinho jeans.

Quando ele chegou, bem arrumadinho, elogiou o cheiro da lasanha que eu fiz e disse que eu tava linda. O velho me comia com os olhos. A gente conversava durante o jantar e o tempo todo ele me elogiava e passava a mão no meu braço, descia para minha cintura, me deixando toda arrepiada.

Eu perguntei se ele queria um vinho, fui na cozinha, ele me acompanhou e na maior cara de pau, ele me pegou por trás e encostou seu pau já duro na minha bundinha gostosa.

-Seu Ricardo, o que você tá fazendo? – eu disse com uma vozinha bem safada e sedutora.

– Eu sei que você também tá querendo o mesmo que eu, posso sentir você toda arrepiada.

A voz dele foi bem gostosa no meu ouvido, então ele afastou as mechas do meu cabelo, começou a roçar sua barba no meu pescoço e instintivamente eu empinei minha bundinha pra aumentar o contado com o pau dele e soltei um gemido.

-Como você é gostosa, vizinha, e essa bundinha empinada assim vai me matar.

Eu continuei empinando o rabinho e ele roçando aquele pau duro no meu bumbum. Era tortura demais, pedi pra ele tirar logo minha roupa, ele foi tirando com pressa, colocou seu pau pentelhudo e grosso pra fora, me pegou no colo, me colocou sentadinha na mesa da cozinha e se ajoelhou pra chupar minha bucetinha enquanto tocava uma punhetinha gostosa.

Eu delirei de prazer, a língua do seu Ricardo é uma delícia, engolia meu grelinho com vontade, bebia meu melzinho gostoso e ficava todo lambuzado. O velho curtia mesmo buceta.

Eu me contorcia todinha na boca dele, humm, que chupada gostosa, só de lembrar minha bucetinha começa a piscar e já sinto um líquido quente escorrer pela minha calcinha.

A gente tava morrendo de pressa de fuder, depois de uma chupadinha gostosa ele abriu bem minhas pernas e socou a sua pica sem camisinha mesmo, eu nem consegui pensar nisso na hora, só queria dar minha buceta pra ele.

Ele meteu bem gostoso, eu sentia cada centímetro da pica dele entrando e saindo gostoso da minha bucetinha e com as paredes dela eu apertava o pau dele, o que deixou ele doidinho, gemendo gostoso assim como eu.

-Caralho, que buceta apertadinha você tem, minha filha, que delícia, nunca fudi tão gostoso.

-Aiii, me come então, ela é sua!

Ele metia bem gostoso, beijava meu pescoço, deixou marquinhas, chupou meus peitinhos rosadinhos, lambia os biquinhos, esse homem sabia como me deixar louca.
velho
Ele ficou segurando minhas panturrilhas e enfiando aquela pica enorme na minha buceta, falando putarias gostosas no meu ouvido, me chamando de putinha, até que em cima da mesa mesmo ele me colocou deitada de bruços, encaixou de novo a pica e começou a bombar bem gostoso novamente, puxando meus cabelos e me xingando de tudo.

-Era pica que você queria né sua cachorra safada? Toma aí, minha pica dura todinha na sua bucetinha gostosa.

-Mete mais, fode minha buceta seu velho filho da puta, me come vai, me arromba!

-Caralho, você é bem putinha, desse jeito eu vou gozar logo!

E continuou metendo, me puxou pelos cabelos pra eu virar o rosto e beijar sua boca, um beijo molhado e bem gostoso enquanto eu rebolava naquela pica até que o velho não aguentou e gozou.

Senti seu líquido quente escorrendo pela minha bucetinha gostosa, comecei a gemer alto e o safado me deixou toda arregaçada de prazer no seu pau. Foi uma experiência gostosa e como dizem: Panela velha é que faz comida boa!