Conto de Traição: Fodendo minha cunhadinha ninfeta

Fodendo minha cunhadinha ninfeta
Meu nome é Breno, tenho 38 anos, tenho uma cunhada chamada Juliana, ela tem 19 aninhos de pura gostosura. Ela chama a atenção de todos no bairro, e eu sempre fui doido pra traçar a safadinha e ela sempre deu corda, só faltava uma oportunidade.

Ela é morena, cabelos lisos na cintura, bunda pequena e perfeita, seios bem durinhos com os biquinhos salientes, e um sorriso de matar qualquer homem. Minha esposa também é bem gostosa, mas nada como uma ninfetinha fresquinha pra fazer a alegria de um cara.

Um dia rolou o aniversário de casamento dos meus sogros, 35 anos de casados e a festa foi grande. A Juliana foi uma das primeiras a se soltar, encher a cara dançar bem sensual na pista de dança e toda hora ela vinha perto de mim, me abraçava, me chamava pra dançar e eu fui.

Ela chegou no meu ouvido e disse:
– Você tá tão bonito hoje que eu daria pra você!

Pronto, essas foram as palavras mágicas pra acordar mais o meu tesão por ela.

Eu então disse a ela que a gente fosse em outro lugar ali, como a festa tava lotada ninguém ia dar por falta, então levei ela para uma área do clube onde rolou a festa. O lugar era no fundo perto das quadras, tinha só vestiários.

Assim que entrei já fui botando ela dentro de uma das cabines, tirando a roupa dessa gatinha e mamando nos seus seios lindos. Os biquinhos são bem rosadinhos, uma delícia de ver e mais gostoso ainda de chupar.

Eu chupei forte, ela gemia, mordia minha orelha, me arranhava de levinho, meu pau já tava explodindo dentro da calça, coloquei pra fora, agarrei uma das mãos dela e fiz a safada tocar uma punhetinha pra mim.

Antes que eu gozasse, virei ela de costas, comecei a brincar com seu grelinho pra deixar ela mais molhadinha e quando senti sua bucetinha enxarcada, comecei a encaixar minha pica com ela de costas toda empinadinha.
cunhadinha
Comecei um vai e vem gostoso, bombando forte nessa safadinha, ela gemia, rebolava e eu dava uns tapinhas devagar na bundinha dela. Confesso que rolou um nervoso pra nós dois, com medo de alguém aparecer, mas meter naquela bucetinha era gostoso demais pra eu parar.

Ela gemia, me chamava de safado, pedi seu cuzinho mas a safada não quis porque ia dar trabalho. Então me contentei em botar forte na sua bucetinha e depois de umas dez bombadas eu gozei gostoso dentro dela e senti meu leite quente escorrendo pela sua xota apertadinha.

Eu queria mais, então ela se ajoelhou e começou a me chupar até minha pica ficar dura novamente. Ela lambia, beijava, mordia, sugava meu saco e eu comecei a ficar duro de novo. Dessa vez ela me olhou com cara de safada e disse:
– Goza na minha boca, quero sentir seu leitinho.

Isso me deixou louco, comecei a empurrar meu pau com força na boca dela, quase arrombando sua boquinha, depois de umas estocadas não aguentei e gozei na boca dela, enchendo mais uma vez de leite e vendo ela engolir tudo.

Depois disso a gente se ajeitou e voltamos pra festa, mas foi a melhor rapidinha da minha vida.

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