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Conto Erótico Papai Arrombando meu Cuzinho

Primeiro vou fazer uma leve descrição minha e do meu pai. Meu nome é Alice, 18 aninhos e um mês de vida (quando tudo aconteceu), e um corpinho de fazer muito marmanjo pensar besteira: morena baixinha (1,58 m), peitinhos grandes e firmes, e um bumbum volumoso e redondinho. Meu pai Pedro, 53 anos, magro, +- 1,85 m e uns 75 kg. Eu e ele tínhamos uma convivência normal entre pai e filha… Vivia pegando no meu pé do modo com que gostava de me vestir: roupas bem justa pra destacar meu bumbum, e blusas decotadas pra realçar meus seios… Gostava de ser desejada. Ao ganhar do meu namorado um celular Smartphone última geração, que tirava fotos e vídeos com excelente qualidade, resolvi tirar dentro do banheiro após meu banho, várias fotos nuas e fazer um pequeno vídeo percorrendo todo meu corpo lentamente: destaque na minha bucetinha com uma perna levantada e também do meu traseiro… Achava que ia deixar meu namorado bastante excitado ao lhe mostrar. Isso era num domingo, justamente quando minha mãe tinha viajado pra participar de um congresso de odontologia. Ansiosa pra ir logo encontrar com meu namorado, vesti uma calcinha bem sexy (vermelha transparente) e uma saia curta pra facilitar as coisas. Sentei no sofá da sala pra esperar dar +- o horário do ônibus que eu teria que pegar. Estava no ponto do ônibus, e quando abri minha bolsa pra tirar o dinheiro da passagem dei falta do celular. Apressada retornei pra casa, e ao entrar na sala flagrei meu pai sentado no sofá com meu celular numa das mãos, e com a outra ele estava com seu pinto pra fora das calças movimentando sem tirar os olhos da tela do celular. Minhas pernas bambearam, e num ímpeto de impedir dele continuar vendo o que eu imaginava, dei a volta pelo sofá tentando pegar da sua mão:
– Me dá aqui pai!!!!
Só aí que ele deu conta da minha presença e também se assustou. Ele tirando o celular da direção da minha mão, me impedindo de pegá-lo.
– Alice??? Pensei que você não estivesse em casa!
Sentei do seu lado tentando ainda pegar o celular da sua mão, e ele sem conseguir esconder (guardar) seu pau duro somente com sua mão esquerda:
– Calma filha; vamos conversar… Ok?
– Não pai! não pai!… Não quero que você fique olhando isso!
– Eu já vi quase tudo; deixa só terminar de ver esse vídeo!
Tava mais apavorada do que um animal acuado e ainda ouvi minha voz vindo do aparelho: – “Olha aqui minha bucetinha molhadinha pra você comer”. Era quando dei a passada filmando minha bucetinha com uma perna pro ar… Escondi meu rosto com as mãos:
– Caramba pai; que vergonha!!!!
Ele me abraçou continuando a olhar pro celular… Tirei as mãos do rosto também vendo minha bundinha aparecendo na tela e novamente minha voz: – “Ou prefere na minha bundinha?”. Meu pai segurando meu rosto e me obrigando a olhá-lo:
– Pooorrra!!!! Já tá assim com o namorado?
– Não pai; só fiz isso de brincadeira!
Ele continuava com seu pau muito duro pra fora das calças e parecia não se importar de estar vendo:
– Até na bundinha filha?
– Não! não! não!!!!! Eu não…
– Fala a verdade Alice; é claro que vocês já estão transando!…
Olhando pra piroca do meu pai que tinha praticamente o dobro em tamanho do pau do meu namorado:
– É! É!… Estamos sim pai!…
– Na bundinha também?
– Pai!!!???
Ele voltando a olhar minhas fotos pelada:
– Todo homem gosta de uma bundinha filha; e a sua é maravilhosa!
– Pai!!!????
– Estou falando a verdade Alice; olha só que bundinha linda!
Era uma sequencia de fotos que tirei empinando minha bunda… Estranhamente fui ficando mais calma e relaxada e ele me olhando e sorrindo:
– Você deixa tirar mais fotos de sua bundinha?
– Pai!!???
– É só ficar de pé aqui na minha frente, fica!
Automaticamente obedeci, e ele suspendendo minha saia e passando a mão na minha bunda sobre a calcinha.
– Caramba; até sua calcinha é sexy né?
Eu segurando minha saia na cintura, ele começou a descer minha calcinha. Pelada da cintura pra baixo, ele começou a acariciar minhas nádegas:
– Deixa ver sua bucetinha?
Novamente obedeci e fui virando de frente pra ele que tinha suas mãos nas minhas pernas. Ele levando sua mão direita descaradamente na minha xota e passando dois dedos na minha racha.
– Pooooooô!!!!! Tá molhadinha Alice!…
Sorri meio sem graça e ele me puxando e colocando a boca no meio das minhas pernas passando a ponta da língua na minha bucetinha:
– Pai!!!???? Que iiiiiiiiiiisso?
– Hummmmm! que delícia filha; deixa o papai te chupar, deixa?
Sem falar nada, coloquei uma perna sobre o sofá permitindo meu pai ter melhor acesso com a língua na minha valetinha que já deixava escorrer líquido pela minha coxa:
– Oooooooh paaaiiiii! Oooooohhhhhhh!…
Ele me colocou sentada sobre o braço do sofá e voltou a lamber e também dar mordidinhas no meu grelinho. Gozei feito uma louca, e na seqüência ele me ajeitou no próprio braço do sofá com a bunda pra cima e veio colocando aquele seu pauzão no meu buraquinho traseiro. Caralho… Fiquei sem fôlego por um bom tempo sentindo aquela vara comprida entrando pra dentro da minha bundinha; e quando ele começou a socar simplesmente comecei a dar gritinhos sem parar:
– Aaaaiii! Aaaaiiii! Aaaaiiii!…
Mas ele, parecendo não se importar com meus gritos ficou por vários minutos bombando até parar e gozar feito um cavalo dentro do meu rabo. Ele tirando seu pau do meu cuzinho:
– Vai se lavar filha; e depois volta pra ficar um pouco comigo aqui na sala.
Ao tentar pegar minha calcinha que estava jogada no chão.
– Não precisa filha… Quero que volte aqui pra sala peladinha; combinado?
Com o rabo ardido, fui apressada pro banheiro, e sentada no vaso expelindo uma quantidade enorme de porra fiquei pensando em como pudemos chegar naquele ponto de meu próprio pai comer minha bundinha… Tudo por causa de um celular. Lavei-me utilizando o chuveirinho da ducha, e ainda muito excitada, voltei pra sala totalmente nua. Ele me fazendo sentar do seu lado e apalpando meus peitinhos:
– Nooooossa; como você está linda filha!
Depois de mamar um pouco em cada um dos meus peitinhos:
– Você gosta de transar com seu namorado?
– Haaaanram!!!!
– Gosta mais na frente ou atrás?
– Mais na frente pai!…
– Gostou de dar a bundinha pra mim?
Quase que respondi que não tinha sido eu que dei; que tinha sido ele quem me comeu sem meu consentimento… Mas a verdade é que eu tinha adorado:
– Gostei sim!…
Ele segurando meu rosto e beijando suavemente meus lábios:
– Vai guardar esse nosso segredinho?
– Vou!
Ele beijando minha boca por um tempinho maior:
– Vai querer dar pra mim de novo?
– Vou!
Ele me beijando com mais pegada, enfiando e movimento o dedo na minha bucetinha;
– Caralho Alice; minha vontade é de meter nessa bucetinha!…
Éramos simplesmente dois sem vergonhas, sem nenhum pudor:
– Você eu deixo!…
– Mas você também tem que querer; se não, não vou ter coragem!…
– É claro que eu quero paizinho!…
Ele pegando minha mão e fazendo segurar seu pau que estava novamente duro, por cima da calça:
– Então, diz que quer agora, diz!…
Nunca fui nenhuma santinha, mas, eu ali com meu pai fui me transformando numa ninfomaníaca doida pra ter aquela pica na minha bucetinha:
– Eu quero agora paizinho; quero dar minha pererequinha pra você comer!…
Ávida, eu mesma fui abrindo suas calças até conseguir tirar e segurar aquela pica dura que latejava na minha mão. Rapidamente ele ficou completamente nu, e me pegando no colo caminhou até a mesa de jantar que ficava em um canto da sala, e me colocando deitada de costas segurou minhas duas pernas no ar e ficou cutucando minha xoxota com sua pica dura:
– Quer que enfie na sua bucetinha filha?
– Eu quero pai; enfia! enfia!…
Sem utilizar nenhuma das mãos que continuavam segurando minhas pernas, ele conseguiu colocar a cabeça da sua piroca no buraquinho da minha buceta e começou a enfiar lentamente. Nunca tinha sentido tanto prazer com meu namorado como fui sentir com pinto do meu pai alargando minha bucetinha. E quanto ele começou a puxar e a socar várias vezes, o prazer foi aumentando que virei uma gata no cio:
– Ooooh! Ooooohhh! Mete pai! Mete! Aaaaahhhhaaaaiiiii! aaaahhhhhaaaaiiii!…
Tive um orgasmo tão longo, que mais parecia ser uma sequência de gozadas bem gostosas. Ele tirando da minha bucetinha, ainda ficou se masturbando com a mão por uns 2 minutos antes de gozar esfregando seu pau nas minhas coxas. No dia seguinte; ainda antes do almoço, não tive nenhum prazer em transar com meu namorado, só pensava e desejava meu pai. Voltando pra casa, liguei pro celular do meu pai:
– Que hora que você chega em casa hoje?
– Porque está me perguntando filha?
– Você sabe pai… Quero ficar com você!
– Eu também filha… Vamos aproveitar que sua mãe só volta daqui a dois dias.
Tomei um banho e fiquei toda cheirosa esperando meu paizinho, que, entrou em casa me agarrando, me beijando muito e tirando toda minha roupa ali mesmo na sala. Pagando-me no colo, levou-me pra sua cama onde ficamos por mais de duas horas com ele explorando todo meu corpo: chupando minha bucetinha e me fodendo na frente e atrás me fazendo gozar pelo menos umas três vezes.
Hoje estou com 20 anos, noiva de um ótimo rapaz; mas não consigo ser-lhe fiel… É que continuo louca pelo meu pai.

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