Contos de Traição: Transando com meu padrasto na cama da minha mãe

Transando com meu padrasto na cama da minha mãe

Me chamo Juliane, tenho 22 anos e a primeira vez que dei ao meu padrasto rolou quando eu tinha 18 anos. Ele casou com minha mãe quando eu tinha essa idade e veio morar aqui em casa com a gente.

No início foi difícil me acostumar com um cara dentro de casa depois que meus pais se separaram. O Diego, meu padrasto é mais novo que minha mãe uns 5 anos. Ele adora se cuidar, malha, tem uns 40 anos e minha mãe morre de ciúmes dele e volta e meia rola a maior briga.

Comecei a sentir o maior tesão por ele, toda noite o Diego chegava em casa todo suado da academia, com aqueles shorts coladinhos que marcavam o pau e muitas vezes percebia ele sem cueca. Não demorou, ele começou a sacar que eu olhava o pau dele.

A oportunidade de transar com ele aconteceu quando rolou uma festa de aniversário de uma das amigas da minha mãe e eu sabia que ela ia voltar de madrugada. Fiquei no meu quarto estudando para as provas da faculdade e o Diego bateu na porta perguntando se eu queria jantar.

Ele tava de short bem apertado, vi a sua rola enorme marcada e fiquei nervosa, meu coração disparou e fiquei bem molhadinha de tesão. Eu disse que tava sem fome, ele desceu mas um tempo depois ele entrou no quarto da minha mãe, onde eu tava vendo TV e perguntou se podia sentar comigo na cama. É claro que eu disse que sim, fiquei mais nervosa, ele do meu lado alisando minhas coxas.

Eu deixei, sempre quis dar pra ele mesmo sabendo que era errado, fiquei me sentindo a maior putinha e com certeza ele percebeu isso, minha cara não nega.

Sou morena, corpo bronzeado, bunda grande. Sou do tipo mulherão, tenho 1,69 e chamo a atenção dos caras na rua, sem querer me achar. Já tinha ouvido que tenho cara de safada e acho que meu padrasto percebeu logo, nem fez muita cerimônia pra me pegar.

Ele foi subindo suas mãos grossas, passando pelas minhas coxas, subindo, tocando minha bucetinha por cima da calcinha e me deixando doidinha. Comecei a me contorcer na cama, gemi baixinho e isso fez ele ficar mais louco. Ele afastou minha calcinha e começou a brincar com meu grelinho.

Eu fiquei doidinha, gemi feito uma putinha com ele tocando siririca pra mim e enfiando os dedos na minha xaninha lisinha. Eu tremi inteira quando ele colocou dois dedos na minha bucetinha e iniciou um vai e vem gostoso, me arreganhei mais pra ele e ajudei a tirar o resto da minha roupa.

Fiquei peladinha, ele ficou olhando minha buceta babando, passou a mão e mandou eu abrir as perninhas. Que delícia, eu fui abrindo ele abriu minha buceta com as mãos e começou a me chupar. A língua dele é uma delícia, penetrava e lambia meu clitóris e me fazia gemer bem gostosinho.

Eu tirei o short dele e vi aquele pauzão saltando, interrompi o oral que ele fazia em mim e pedi pra ele colocar o pau na minha boca. Comecei a chupar aquele pauzão, ele gemia e socava mais fundo.

-Aii putinha, que boca gostosinha, chupa mais meu pau!

Eu não queria parar de chupar, parecia o melhor picole que eu havia provado, eu lambia a cabecinha, sugava suas bolas e senti que ele tava se segurando para não gozar, então ele parou e bem agressivo, deitou em cima de mim, abrindo bem minhas pernas, até machucou um pouco.

Senti o pau dele me penetrar fundo sem camisinha, entrando até bater no fundo da minha buceta. Eu fiquei doida, gritei de tesão, comecei a rebolar embaixo dele, ele socava mais ainda, me agarrou pelos cabelos, bem bruto, beijou minha boca, foi descendo até abocanhar meus peitos. Ele mamou tanto que deixou meus seios roxos.
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Eu queria mais, ele mandou eu ficar de quatro e quando fiquei recebi vários tapas na minha bunda. Ele começou a encaixar seu pau, socou com força e me segurava pela cintura com força, aumentando as socadas que dava em mim.

-Toma sua putinha, que bucetinha gostosa, queria ficar socando nela o dia todo, sua gostosinha!

Ele falava muita putaria e me comia com mais força.

– Ai, seu pau é tão gostoso,tá batendo bem no meu útero, quero mais, que delícia!

Quanto mais eu pedia, mais le me maltravava e comia com força, eu não aguentei, comecei a gemer igual uma puta de filme pornô.

-Ahhhh, não vou aguentar muito tempo, tô quase gozando, rebola pra mim, putinha, rebola que eu vou gozar na sua boca já já.

Ele deu mais umas estocadas na minha buceta, tirou o pau pra fora e me mandou abrir bem a boca. Senti o jato de porra bater na minha garganta, a porra do macho que eu sempre quis, engoli cada gotinha, que tesão!

Fiquei toda suada, arrombada, minha buceta tava ardendo de tanto levar aquela piroca grossa por horas me comendo gostoso, mas tudo valeu a pena. Foi difícil resistir, não consegui mais parar de dar pra ele depois desse dia.

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