Transando com a concunhada

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Sou casado há 15 anos. Tenho 38 anos e casei-me com minha esposa que era minha colega de classe no 2o grau. Uma amiga dela casou-se com o irmão da minha esposa, fazendo dela então minha concunhada.

Meu cunhado é um sujeito meio bronco, daqueles metidos a manchões, tem 15 anos a mais que a gente então já tem seus bons 53 anos. É um cara machista, arrogante, preconceituoso e chato. Tempos depois descobri que é pq ele é broxa e não aceita se tratar. Porem como nos conhecemos há muito tempo eu, minha esposa e minha concunhada Roberta (*) sempre tivemos um ótimo relacionamento.

Roberta é do tipo recatada, professora meio período e sempre vestida com vastidões ou roupas bem comportadas. Mas já vi fotos dela de biquíni, então sei que apesar dos 37 anos ela ainda é uma bela mulher. Loira, 1.60m, seios pequenos, bumbum bonito, seus 60kg.

Pois bem, um belo dia estávamos numa festa na fazenda do meu cunhado e ele pra variar bebeu muito além da conta e estava pra lá de chato e mal educado com a esposa. Quando acontece isso do povo ficar tudo bêbado costumo ir embora pq não suporto gente bêbada me abraçando e me beijando. Chamei minha esposa para ir embora mas ela optou por ficar com a família. Entrei na picape e ate levei um susto, Roberta estava no banco do passageiro chorando:
-Nossa Roberta, que susto! Ta tudo bem?
-Não, não esta! Me leva embora daqui que eu sou tão burra que nem dirigir esse homem desgraçado me deixa!

Bom liguei o carro e fui indo embora. Em poucos minutos ela se acalmou e foi me contar o ocorrido, porem não tinha como não ver, meu cunhado faz o show pra todo mundo assistir, ele não escolhe local nem hora. E nesse dia ela não estava suportando. Tentei conversar, colocar panos quentes mas nunca concordei com a atitudes dele.

Realizando o sonho de comer a concunhada

No meio do caminho tem uma bica d’água e Roberta pediu para eu parar um pouco pra ela beber a agua pq ela tinha saído com tanta raiva que ate tinha esquecido de beber agua. Parei, a loira bebeu agua e gritou para eu me virar pq ela ia aproveitar pra fazer xixi no mato. Fingi que virei mas dei umas olhadas, consegui ver a bunda dela e ela levantando a calcinha. Ela entrou na picape rindo e brincando comigo como sempre fizemos desde nossa infância (desde sempre acho que a conheço). Do nada ela falou:

-Por que será que eu sou tão burra? Vejo como você trata minha amiga, eu gostava de você na época mas não tive coragem de te falar.

Engasguei com minha própria saliva.
-Como assim Roberta? Eu que gostava de você no colegial! Mas como você não me dava o mínimo de abertura e achava sua amiga bonita, fiquei com ela!

No restante do trajeto parecia que a picape estava carregando um elefante. Dava ate pra ouvir o barulho do ar condicionado ligado no máximo tamanho era o silêncio. Parei embaixo de uma árvore fingindo que a picape estava esquentando, abri o capô dela para colocar meus pensamentos em lugar e decidi que iria ter a coragem que eu não tive anos atrás.

Bati o capo, entrei na picape e voei naqueles lábios. Beijei ela com vontade de anos. Entrelacei meus dedos naqueles cabelos loiros que tantas vezes estiveram perto de mim mas nunca havia tocado com essas intenções. E Roberta retribuiu. Segurou minha cabeça enquanto eu beijava seu pescoço…gemeu baixinho quando eu mordi sua orelha. Enfiou a língua na minha boca toda vez que eu procurava seus lábios. E nisso eu já estava duro. Com uma das mãos segurei a cabeça de Roberta e entrelacei meus dedos naquele cabelo loiro. Com a outra mão pousei sobre um dos seus peitinhos.

-Não por favor…vamos parar por aqui…- Roberta pediu.

Mas não. Parei muitas vezes na minha vida. Tantos dias que eu fui ate a porta da casa dela e não chamei. Tantas vezes que eu ligava na casa dela e desligava quando ela atendia. Hoje eu não queria parar. Continuei beijando aquele pescocinho lindo…minha mão apertava seu seio por cima do vestido…abaixei a manga do vestido ate o peitinho da Roberta saltar pra fora…ela tampou com a mão. Eu segurei a mão dela gentilmente. Fui beijando aqueles dedos lindos e delicadamente foi afastando eles…ela deixou o biquinho do peito aparecer…segurou o peito por baixo…e eu beijei aquele bico pela 1a vez…ela gemeu…coloquei a boca nele…outro gemido…

-Não vamos ficar aqui na estrada não. Pode passar algum parente nosso e isso não vai ficar legal.

Concordei. Liguei a picape e mais que rápido rumei pro motel da cidade. O mais antigo. Aquele que tantas vezes comi minha esposa pensando na Roberta. Entramos, fomos pro quarto e ela pediu pra tomar banho, estava suja e suada. Ela voltou só de toalha e eu fiz a mesma coisa. Tive medo dela desistir. Cheguei e ela tinha vestido a roupa novamente, pensei que ela iria pedir pra ir embora.

-Estou com vergonha. Não sou mais aquela garota que você conheceu.

Me deliciando na buceta da concunhada

Nisso fui de encontro a ela. Enfiei as mãos por baixo da saia dela e pressionei seus quadris. Ela suspirou. Senti que ela estava sem calcinha por baixo do vestido, mas na picape ela estava de calcinha! Bingo! Ela não iria fugir! Voltei a beija-la com a fúria de 20 anos de vontade adormecida…voltei aos seios dela, dessa vez ela permitiu que eu visse os dois. Abaixei os ombros do vestido e cai de boca nos dois. Chupei, lambi, apertei…e ela delirou. Peguei ela de novo pela cintura, levantei-a e levei ela pra cama. Rodamos no ar e eu cai na cama com ela. O vestido subiu e eu pude ver a xoxota de Roberta. Ela tímida tentou abaixar o vestido mas eu não deixei. Segurei a mão dela e beijei os pelinhos dela.

Comecei a beijar em volta da xoxota da concunhada, que mantinha as pernas fechadas. Gentilmente fui abrindo as coxas dela. Primeiro toquei a xoxota dela com os dedos. Ela gemeu. Depois passei a língua sobre os grandes lábios dela. Roberta gemeu ainda mais alto. Ae foi o código para eu cair de boca naquela xoxota…e eu beijei…lambi…chupei…dei leves mordidinhas…e chupei aquele clitóris como sempre faço, com carinho mas firme…sem preguiça…Roberta gritou que iria gozar pela 1a vez sendo chupada. E gozou. Estremeceu todo corpo…a xoxota dela molhou tanto que ate sujou o lençol. E ela ficou uns minutos curtindo. Se contorcia na cama. Depois relaxou.

Veio me beijar. Ávida pelo prazer recebido me deitou na cama. Subiu em cima de mim e deslizou aquele xoxotinha molhada pelo meu pau. E como era bom. Como valeu a pena esperar tantos anos. Roberta começou um vai e vem bem lento…depois aumentou um pouco o ritmo. Em cima de mim ela tirou o vestido. Estava nua aquela loira que eu passei minha juventude desejando. E ela era só minha. E estava cavalgando no meu pau. Fiz um teste e coloquei minha mão próximo ao pescoço dela, meio que na mandíbula dela e próximo ao ouvido.

O dedão ficou perto da boca dela. E o teste deu certo, a concunhada começou a chupar meu dedão. E ver aquela mulher cavalgando em mim enquanto ela chupava meu dedo foi uma das coisas mais sexys que ja experimentei no mundo. Porem ela disse eu sei o que você quer. Aproveitou a posição que eu estava, deslizou para baixo e caiu de boca no meu pinto. Nem acreditei quando ela enfiou meu cacete na boca! Soltei um grito de prazer! Vendo aquela cabeça subindo e descendo…e ela me olhava as vezes com cara de safada e sorria…senti o gozo vindo. Mas não podia gozar e terminar ali.

Levantei. Coloquei Roberta de 4. Fiquei admirando aquela bundinha. Aquela xoxotinha. Mirei bem. Uma estocada certeira. A concunhada gritou. Peguei ela pela cintura. Bombadas vigorosas. Roberta gemia.

-Vai cunhado. Me come. Me arromba. Me faz mulher pq aquele broxa não me come mais.

Ouvi tudo aquilo dando uns tapas na bunda da Roberta. Não resisti. Gozei. E gozei muito dentro dela. Parecia que 20 anos de porra estavam acumulados. Roberta deitou. Vi a porra escorrer por aquela bucetinha. Ela sorriu. Correu pro banheiro. Ficou alguns minutos lá dentro. E já voltou vestida. Tinha voltado a ser a mulher recatada. Esperou calada eu ir no banheiro. Deixei ela na porta da casa dela.

Roberta me fez prometer que nunca iria comentar nada com ninguém. Concordei. E antes de sair ela disse que aquilo nunca mais se repetiria. Concordei novamente. Mas…será que não acontecerá de novo? O futuro ainda reserva muitas surpresas…ehehehheh…

(*) Nome fictício para preservar a identidade.

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