Precisava de nota e trepei com o professor

Conto de Fetiche: Precisava de nota e trepei com o professor

Eu me chamo Marcela, tenho 22 anos e sempre fui muito safadinha e namoradeira desde novinha, meus namoros nunca duraram muito e eu sempre partia pra outra porque meu fraco é sexo e nunca consegui ficar mais de uma semana sem transar que eu ficava desesperada, subindo pelas paredes mesmo e na falta de um pau amigo eu tinha que me virar vendo filmes pornô e tocando uma siririca bem gostosa.

Quando eu vejo pornô sempre tenho preferência pelos filmes de homens mais velhos comendo garotas da minha idade, isso sempre me deixou louca e por mais que eu sempre namorasse caras da minha idade sempre fiquei curiosa pra pegar um coroa.

Na faculdade eu tenho um professor chamado Henrique, um cara de uns 45 anos, cabelos grisalhos, estilo nerd, com jeito bem tímido, todo sério e que é casado.

Eu sempre achei ele um tesão e notava os olhares safados que ele lançava para as alunas e um dia cismei com ele, cheguei até a me masturbar no banheiro da faculdade imaginando esse homem me fodendo.

A gente sempre trocava olhares safados também e um dia eu estava desesperada precisando de nota na matéria dele, acho que esqueci de contar que estudo direito e sou meio baladeira, então as vezes eu deixo de estudar pra curtir e eu na maior cara de pau fui ver o que dava pra fazer com minha nota ruim, mas ele foi bem curto e grosso dizendo que não poderia fazer nada por mim, que eu faltava muita aula e etc.

Fiquei possessa com aquilo e como sou cara de pau e bem safada eu fiquei imaginando algum plano de acabar com a arrogância do Henrique, então um dia fui pra aula vestida pra matar um, com uma blusinha de seda branca, uma sainha curta azul marinho que ficava bem justinha no meu bumbum arrebitado esculpido por 4 anos de academia e já vi os homens da minha sala ficarem loucos, só de saber o efeito que eu causo eu costumo ficar bem molhadinha de tesão.

O meu professor me olhou meio safado mas logo desviou o olhar, mas aquela noite ele não me escaparia e assim que acabou a aula fui para o estacionamento atrás dele e perguntei se não tinha nada que eu pudesse fazer para passar na matéria e meu professor perguntou se fingindo de desentendido o que eu estava querendo dizer com isso e eu disse que nada de mais, que só queria me livrar daquela matéria.

As coisas entre a gente começaram a esquentar

Então ele com cara de safado perguntou se eu não queria sair com ele na sexta depois da nossa aula pra um barzinho bem badalado aqui na cidade, mas disse que seria melhor eu ir no meu carro pra ninguém pensar besteira.

Claro que eu topei o convite né? e já fiquei molhada só de pensar na possibilidade dele dar em cima de mim e rolar algo, mas ao mesmo tempo fiquei muito nervosa porque nunca tinha trepado com um coroa.

Na sexta depois da aula segui o carro dele até o barzinho e lá estava rolando uma música ao vivo, pedimos tira-gosto e começamos a conversar sobre a faculdade e logo meu professor tava meio altinho pela bebida e ficou mais safadinho, perguntando seu eu tinha namorado e perguntou se eu já tinha me relacionado com um homem mais velho e perguntou o que eu acho disso.

Eu fiquei muito excitada e quanto mais a gente bebida mais a coisa ficava complicada então fui com ele para o carro e sem falar nada ele me tascou um beijo gostoso, enfiando a língua na minha boca, mordendo meus lábios, brincando com meus peitinhos durinhos enquanto me beijava e logo em seguida enfiando a mão por debaixo da minha saia até alcançar a minha calcinha ensopada de tesão por ele.
trepei
Eu também não fiquei para trás, coloquei a mão na calça social que ele usava e senti o pau dele duro como uma pedra e parecia ser enorme, fiquei bem nervosa com isso, e também com o fato de que toda hora alguém passava por ali e poderiam nós ver, então sugeri para o Henrique que a gente fosse pra outro lugar e ele me levou para um motel na saída da cidade.

Chegando lá ele já foi apressado tirando minhas roupas, chegou até a rasgar minha blusa um pouco e começou a apertar minha bunda e disse:

– Eu sempre senti o maior tesão por você sua putinha, sempre notei você com sua cara de safada na minha aula e já bati altas punhetas pensando em você.
– Vou te mostrar o que é foder com um homem de verdade, vou comer sua bucetinha até você ficar toda assada.

E quanto mais ele falava mais eu ficava excitada e nervosa então ele tirou a camisa, tirou a calça e ficou de cueca branca com um baita volume grande querendo saltar e ele se aproximou da minha cara, fez eu beijar e lamber o pau dele por cima da cueca e colocou minha mão para eu masturbar ele por cima do tecido, então não aguentei muito tempo, coloquei pra fora e comecei a chupar com vontade, com urgência. Eu precisava sentir aquela rola pulsando na minha garganta e enquanto isso fazia carinho naquele sacão enorme dele que batia no meu queixo enquanto eu mamava meu professor.

Era uma delícia ouvir ele dizendo: – Tá gostando putinha, chupa o pau do seu professor, chupa bem gostoso que eu vou dar uma gozada na sua boca já já.

Depois o Henrique me pegou pela cintura, me levou pra cama e começou a esfregar a cabeça da pica na entrada da minha buceta e no meu grelinho, me deixando louca e fazendo implorar pra ele me comer logo que eu já estava muito impaciente.

Ele então penetrou de uma vez só por cima de mim e me fez gemer gostoso feito uma putinha de filme pornô enquanto ele dizia:

-Tá gostando do meu pau atolado na sua buceta sua putinha?
Eu disse que sim, que adoro uma rola grossa metendo e nunca tinha trepado tão gostoso com alguém como tava sendo com ele.

Então ele disse que ia comer meu cuzinho gostoso, me fez ficar de quatro e eu sofri pra dar pra esse homem, confesso que até desceram lágrimas de dor mas quanto mais eu pedia pra ele parar ele parece que ficava com mais tesão e metia mais forte no meu cu, que a essa altura já tava esfolado.

Ele metia e dizia que eu era uma vagabundinha e que ele sabia como tratar garotas assim e que ia me lavar de porra e não demorou muito pra ele fazer isso. Ele botou a pica pra fora e jorrou porra pra cacete na minha cara inteira me deixando louca pra engolir aquela porra grossa todinha.

Depois de horas fodendo ele me levou de volta para o bar, peguei meu carro e fui pra casa, mas no outro dia recebi uma mensagem dele dizendo que eu era uma aluna esforçada e que iria dar um jeito na minha nota.

Eu já estou em outro período e não pego mais matéria com ele, mas até hoje quando encontro meu professor pelos corredores da faculdade eu faço de tudo para provocar ele e sempre que ele consegue dar uma desculpa em casa a gente saí para transar bem gostoso e assim foi como começou meu vício por homens mais velhos e se algum maduro se interessar por uma aventura sem compromisso é só entrar em contato comigo.

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