Contos de Coroa: Meu sogro foi meu segundo homem

Meu nome é Larissa, tenho 24 anos, sou casada a 4 anos com o Pedro e ele foi meu primeiro namorado e primeiro homem a me comer. Sempre fui tímida, mas depois que o Pedro começou a me ensinar umas sacanagens, esqueci tudo o que aprendi na igreja e comecei a me viciar em sexo. Quando meu marido chegava em casa, eu esperava ele toda cheirosa, arrumada e prontinha para um sexo gostoso e de manhã quando dava tempo, a mesma coisa, mas depois de um tempo morando debaixo do mesmo teto, meu marido ficou mais voltado para o trabalho, chegava tarde em casa, e sempre com um perfume estranho na roupa, já cheguei a ouvir conversas dele baixinho ao celular e me dei conta de que eu estava sendo traída.

Depois disso ele parou de me dar atenção, me botava pra baixo porque ainda não tinha dado um filho pra ele e nem me comia mais. Eu andava carente, sem chão, e olha que não sou uma mulher feia. Eu tenho 1,67 de altura, 50 quilos, falsa magra, peitos grandes, bunda arrebitada e coxas grossas. Com o tempo, meu sogro, que se chama Pedro, também, viu que o filho era errado comigo e começou a me apoiar, num período que eu quase entrei em depressão com as viagens repentinas do meu marido com uma funcionária da empresa.

O senhor Pedro era muito prestativo, vinha aqui, trazia comida pra mim, tentava me animar e com o tempo comecei a me apaixonar por ele. Não parava de pensar no meu sogro, que é uns 30 anos mais velho que eu, mas ainda é um homem muito atraente, cabelos grisalhos, peludo, alto e moreno. Ele vivia nos meus pensamentos e muitas vezes minha buceta ficava úmida quando eu pensava nele, meu coração disparava e eu sentia uma vontade louca de me masturbar para aliviar o tesão que vinha quando eu pensava no meu sogro.

Ele sempre me tratou sem maldade, mas com o tempo acho que ele foi suspeitando meu interesse, eu olhava pra ele bem discarada, me arrumava sexy pra ver se ele me notava e ao mesmo tempo tinha uma medo enorme da minha sogra ou meu marido descobrirem isso. Ia ser uma confusão dos diabos, então eu tentava ser sutil, mas quando bate o tesão, é complicado, então um dia em uma das visitas do meu sogro, ele foi fazer uns reparos aqui em casa, já que o filho dele não ligava. Enquanto ele consertava a torneira da cozinha, eu fiquei observando como aquele homem era másculo e como eu queria poder ser dele pelo menos uma vez.

Assim que ele acabou o serviço ele foi se despedir de mim e ir embora, mas eu não podia perder a oportunidade.

-Não vai agora não, seu Pedro! Eu fiz um bolo maravilhoso, vou pegar para o senhor provar com um suco geladinho.

Pedi para meu sogro ficar e seduzi ele

Ele aceitou, fui buscar e ficamos conversando besteira, até que tentei provocar sentando com as pernas meio abertas pra ele ver a calcinha minúscula que eu tava usando. Se ele não tivesse interesse, ficaria quietinho, se tivese com vontade, eu esperava uma atitude dele, então toda hora deixava minha bucetinha a mostra para meu sogrinho ver ela toda inchadinha na calcinha preta.

-Seu bolo tava uma delícia Larissa, meu filho não sabe a mulher que tá perdendo, não é só seu bolo que é bom não, você é toda maravilhosa.

Senti um arrepio no meu corpo quando ouvi isso. Enquanto falava, notei que ele não tirava os olhos da minha calcinha. Pela primeira vez vi meu sogro ficar com um olhar de tarado que nunca imaginei que ele tivesse, então comecei a agradecer os elogios e devolver.

-Quem me dera se seu filho fosse como você, Pedro! Tenho certeza que você sabe fazer tudo melhor que ele.

Na hora, ele se levantou do sofá e pude ver a barraca armada na calça do meu sogrão, tava um volume imenso. Minha bucetinha piscou e encharcou de tesão com essa cena.

Ele pediu um abraço e me apertou com força em seus braços, pude sentir seu pau imenso duro encostando no meu corpo e a voz mansa dele dizendo que eu era gostosa e me pedindo pra tirar a calcinha.

-Sogro, você pediu pra eu tirar a calcinha, mas eu quero ficar peladinha pra você, sem nada.

Fiquei nua e ele abriu o zíper da calça, vi aquele pauzão da chapeleta enorme pulando pra fora bem pertinho de mim e fiquei mais louca do que eu já tava, sentia meu grelinho doendo de tesão, precisava sentir ele dentro de mim, então ele me pegou, me abraçou, enfiou sua língua na minha boca e trocamos beijos bem safados e molhados. As nossas línguas se enrroscaram bem gostoso, ele me apertava, apertava minha bunda, descia a boca pelo meu pescoço. Meu sogrinho sabia onde tocar pra me deixar louca.

Ele foi descendo, me fez abrir as pernas e ficar em pé enquanto ele se sentava e ia abrindo minha bucetinha com as mãos e enfiando a sua língua quente lá dentro e apertando minha bunda.

-Isso sogrinho, chupa a bucetinha da sua norinha, chupa! Você chupa mais gostoso que seu filho, me faz ser sua putinha… Aiii, chupa meu grelinho com força, assim que eu gosto, aiii!

-Isso cadelinha, rebola essa bucetinha gostosa na boca do seu macho, mexe gostoso pra eu te fuder toda com minha boca.

Eu acabei gozando deliciosamente na boca gostosa do meu sogro safado. Ele fazia gostoso demais comigo, não aguentei, minhas pernas tremeu depois que ele deu mais umas pinceladas e senti aquela onda de prazer percorrer todo meu corpo e o orgasmo veio com força. Se ele não tivesse me segurado, eu teria caído para trás de tão mole que minhas pernas estavam.

-Agora quero uma chupada da minha norinha safada. Meu pau tá doido pra sentir sua chupadinha, sua gostosa!

Eu comecei a chupar o pau do meu sogrão e o safado empurrava fundo até eu quase vomitar engasgada. O pau desse safado tem um gosto delicioso, eu me lambuzei mamando ele, como se fosse o melhor sorvete do mundo!

Antes que ele gozasse, a gente parou o boquete porque ele tava louco pra me comer, e eu claro, queria dar muito pra ele. Tava me sentindo uma putinha e adorando a sensação de ser desejada por esse homem rústico.
homem
Ele deu dois tapas na minha bunda e disse:

-Empina gostoso pra mim nessa cama, você queria rola? por isso tava me provocando né safada? agora vou te dar rola.

E foi abrindo passagem e metendo seu cacetão grosso todinho, até doeu, mas ele continuou me puxando com força para entrar mais gostoso. Foi uma sensação deliciosa ser fodida por um macho de verdade. Ele foi socando minha buceta com vontade até o talo.

A dor acabou passando, era só tesão, comecei a rebolar gostoso como meu sogro tarado pedia. Ele é bem safado e socava sem parar, tinha um fôlego de dar inveja a qualquer novinho. Eu tava toda assada já mas não queria parar de ser comida por ele e gemia gostoso igual uma cadela no cio.

-Meu filho é um besta, escolheu uma mulher puta de verdade como você e não sabe aproveitar. Sua buceta é muito gostosa, vou ficar viciado sua putinha.

Eu tava toda ardida mas cada vez que ele socava e falava putaria, eu ficava mais molhada, iniciei uma siririca gostosa pra aumentar mais esse prazer que eu senti na vara do meu sogrão.

Ele me comeu tão gostoso por horas, arregaçou minha buceta e meu cuzinho, gozou gostoso em cima de mim, na cara, na boca, e me deixou exausta de tanto foder.

Depois disso me senti vingada, comecei a usar com meu marido corno as mesmas táticas que usei com o pai dele e meu corninho agora come na minha mão e eu continuo sendo bem comida pelo meu sofrão tarado.

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