Conto de Incesto: Viajando Para o Rio de Janeiro

Papai e mamãe se conheceram a muitos anos atrás e se apaixonaram, como fruto desse amor, nasceu meu irmão Marcos Paulo, depois de uns 8 anos eu nasci e quando fiquei um pouco maior eles se separaram, eu fiquei com mamãe e meu irmão ficou com o papai por serem mais apegados. Havia um bom tempo que mamãe não me dava mais atenção por causa do novo marido e meus novos irmãos, então decidi ir morar no Rio de Janeiro com papai e meu irmão, apenas liguei, comuniquei minha mãe, a qual não ligou, arrumei minhas malas e comprei minha passagem e no outro dia simplesmente fui. Sou morena, baixinha, seios médios e bunda macia e média, magra com cintura fina, cabelos negros até a cintura e olhos verdes, e me chamo Maria Luíza.

Papai e meu irmão avisaram que não teriam como me pegar pois estariam trabalhando e só chegariam a noite, peguei um táxi e lá havia um papel na porta escrito “Olhe embaixo do tapete”. Assim eu olhei e lá estava a chave, a qual entrei em casa, a casa era imensa e bem de frente a praia e com uma piscina enorme, não perdi tempo, fui subindo para conhecer os cômodos da casa e para minha surpresa, havia um quarto preparado pra mim que dava de frente pra piscina e pra praia, que vista, que casa, era um sonho.

Arrumei minhas roupas no armário e logo vesti um biquini bem pequeno branquinho e assim fui para a piscina, havia um deck com frigobar e churrasqueira, passei a tarde pegando sol e bebendo umas cervejas. Até que a noite foi caindo e recebi uma ligação de papai avisando que só poderia voltar pra casa dois dias depois pois teria que fazer uma viagem de última hora, mas que meu irmão cuidaria de mim. Fiquei triste por estar morrendo de saudades, mas como moraria com eles, daria pra matar muito as saudades, então fui para meu quarto, o qual havia banheiro dentro e tomei um belo banho, coloquei um short bem curtinho branco e uma blusa curta e larguinha sem sutiã, me perfumei toda, penteei meus cabelos até que ouvi um barulho de porta batendo.

Assim fui descendo até que vi meu irmão, e que irmão… Marcos Paulo havia se tornado um belo homem, havia esquecido que eu estaria em casa e tirou toda sua roupa social, e ficou apenas de cueca pela casa, mostrando seus músculo e seu corpo moreno, apenas sorri e disse “Oi mano”. Ele me olhou sem graça tentando tapar o grande volume em sua cueca mesmo o pau estando mole, disse sem jeito “Oi, mana. Esqueci que estaria aqui, é costume já”.

Eu ri e fui de encontro a ele dando um abraço apertado. Conversa vai e conversa vem, fomos para o quarto dele, ele colocou uma calça e uma blusa e ficamos vendo filme, até que o filme acabou e me levantei da cama e me sentei em um sofazinho que havia no quarto dele. Me sentei de pernas abertas, como o short era um pouco folgado, reparei que meu irmão não parava de olhar para minha buceta e o pau dele ia ficando cada vez mais duro, meus biquinhos dos seios iam ficando durinhos com tesão já com aquela situação.

Ele saiu de cima da cama, se ajoelhou na minha frente e sem dizer nada levantou minha blusa e começou a mamar os biquinhos de meus seios, os deixando bem molhadinho, logo foi tirando meu shortinho junto com minha calcinha. O danado foi levantando minhas pernas e começando a chupar minha xotinha e meu cuzinho, ele passava a língua bem gostoso, sugava os lábios de minha xota, forçava a língua no cuzinho, até que depois de um tempo, comecei a gozar na boca dele, ele rapidamente tirou a calça e pôs a pica pra fora, me pôs de 4 e forçou em minha xotinha, começou a bombar e me fazer gemer feito uma putinha, assim ele dizia “Nossa, que buceta apertadinha de minha irmãzinha, que gostosa”.

Viajando para o Rio de Janeiro

Irmã gostosa!

Ele dizia dando um tapa bem estalado no meu rabo o deixando vermelho e ardendo, me fazendo soltar um gritinho, enquanto ele fodia minha buceta ele abria e fechava minha bunda com as mãos e enfiava um dedo no meu cuzinho me fazendo me contorcer e rebolar no pau dele, enquanto meu cuzinho piscava e ele ficava doido, assim ele tirou o pau de minha xota e pôs aquele caralhão todo grande e grosso no meu cu e foi forçando, ele socou tanto, tanto… que gozou dentro de meu cuzinho, a partir daquele dia comecei a ser a putinha do meu irmão, sempre ele chegava mais cedo que o papai pra gente foder ou no meio da noite um ia pro quarto do outro, fora as escapadinhas aos finais de semana, amo morar aqui.

Categorias:

Feminino, Incesto

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