Com o pauzudo do bar

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Tenho medo de acostumar ao que está acontecendo comigo. Mas tive outra experiência real e inusitada com um pau de verdade.

Numa noite dessas, sai para comer algo e ouvir música. Parei o carro num desses estacionamentos de rua, que o guardador te pede a grana e na volta, quando você vai pegar seu carro, ele não está nas lá vigiando o veículo

No bar, pedi algo para comer e beber e comecei a observar o ambiente. Logo reparei uma mulher linda, sensual e comecei a tentar contato visual. Foi quando percebi também um homem, bem vestido, moreno escuro, alto, talvez mais de 1,90 de altura, forte, cabeça raspada, por volta dos 50 anos, me sacando.

Fiquei sem jeito e desviei o olhar. Mas a noite toda, vira e mexe, percebia ele lá, me olhando. Como estava constrangido e a mulher que eu estava sacando já não estava mais a vista no bar. Resolvi pedir a conta e ir embora. Também não vi mais o homem naquele momento.

Me dirijo para meu carro; naquela hora da noite a rua estava deserta e o guardador, como era de esperar, não estava mais lá. E, quando vou abrir a porta do carro, sinto um corpo me agarrado por trás e me pressionando contra meu próprio carro. Imaginei ser um assalto e imediatamente pedi calma e disse:
– Pode levar tudo.

Mas, aí sinto sua boca chegando ao meu ouvido e dizendo:
– Calma, não quero assaltar você. Só quero terminar o que iniciamos de nosso flerte lá dentro do bar.

Uma foda inesquecível com o gostoso do bar

Estremeci todo e entendi que se tratava do homem que foi me olhando a noite toda. Disse a ele que ele tinha entendi errado. Mas ele não me deu ouvido e pressionando meu corpo contra meu carro, sinto sua rola ainda dentro da calça, completamente dura, fazendo pressão na minha bunda e suas mãos por dentro da minha camisa começam a alisar meu corpo, chegam até o meus mamilos. Sua boca encosta em meus ouvido e começam a me lamber. Tudo aquilo começou a me dar tesão e instintivamente empino minha bunda e pressiono contra aquele pau.

Ele vai me alisa, segurando os biquinhos durinhos do meu mamilo e desce suas mãos até minha calça, abre meu sinto e baixa minha calça com cueca e tudo até meus pés. Então, vem mordendo minhas costas até chegar nas minhas nádegas, morde e com as duas mãos abre bem minha bunda expondo meu cu. Não quero, mas não consigo controla e pisco involuntariamente meu cuzinho. Então, sinto sua boca quente me abocanhando e sua língua grossa explorando meu cu.

Não consigo mais segurar. Abro o máximo que posso minha bunda na boca daquele homem e rebolo, gemo, enquanto sinto sua língua tentando abrir meu buraquinho.

Ele me chupou o tempo que quis, quase me fazendo gozar com a sua boca. Então, sinto ele se levantando e percebo que sua rola já está livre de sua calça e ele encosta aquele pau completamente babado em minha bunda. Foi quando percebi que ele era enorme, mas mesmo assim, empino minha bunda contra aquele pau duro.

Ele me diz: – Isso, empina pra mim. E, segurando sua rola, a escorrega por todo meu rego, vem pro meu cuzinho, esfrega bem a cabeça nele e pressiona para entrar.

Meu cuzinho não resiste a pressão daquela cabeça vigorosa e cede espaço. Sinto ela pular pra dentro de mim. Vou empinando mais minha bunda e movimentando pra trás, contra seu corpo, sentido aquele membro escorregar todinho dentro de mim.

Ele era de fato grande, senti minhas pernas como que suspensas no ar quando ele pois tudo dentro. Parou mordeu e chupou minha orelha, nuca e pescoço. E me disse bem no meu ouvido:

– Rebola pra mim gostoso.

Não podia mais me controlar. Empurrava minha bunda pra trás o máximo que conseguia e comecei a rebolar muito naquele rola, sentindo as estocadas profundas que ele dava no meu cu.

Depois de um tempo, naquele ritmo e movimentos de nossos corpos, comigo praticamente pendurado pelo cuzinho em sua rola, rebolando feito louco, começou subir aquele calor, o cu em espasmos incontrolável na sua piroca, percebi que não podia mais me segura. Eu ia gozar.

Disse a ele:: – Vou gozar!.

Ele sem diminuir seu ritmo, me empurra e pressiona contra meu carro indo com a piroca bem fundo e me diz:

– Goza, goza na minha piroca que eu vou encher esse rabinho gostoso de porra.

Quando ouvi isso, empurrei minha bunda pra trás o máximo que pude e comecei a gozar na porta do meu carro. Ele sentido as contratações do meu cuzinho por conta do meu gozo, me pressiona com seu quadril contra porta do carro, praticamente suspenso pelo seu corpo, sinto sua explosão dentro de mim.

Eu apenas digo: – Isso, goza no meu rabo.

Aquilo era uma sensação incontrolável, toda aquele porra jorrando dentro de mim; era tanta que dava para sentir escapulindo pelas laterais do meu cuzinho mesmo com sua piroca enterrada toda em mim. Não resisti e bambeei as pernas sendo escorado por seu corpo. Ele me abraçou forte, me grudando ainda mais nele enquanto derramava toda sua porra em mim.

Depois, ficamos um tempo assim, com ele me escorando contra o meu carro, me beijando a nuca, ainda com o pau dentro de mim, até irmos acalmando e meu cuzinho para de contrair.

Ele veio ao meu ouvido e disse: – Eu sabia que ia ser uma trepada inesquecível.

E, então, foi tirando aquela piroca de dentro de mim. Quando ela saiu, sinto meu cuzinho expulsar uma quantidade enorme de porra que escorreu pelas minhas pernas.

Ele, então, guarda sua piroca e foi embora.

Eu fico ali escorado em meu carro, com as pernas bambas e olho em volta para ver se alguém na rua tinha visto aquela curra. Mas não vi ninguém. A rua estava vazia. Levei minhas mãos até minha bunda e fui sentir o meu cuzinho com o dedo. Ele estava muito molhado, ainda escorria um pouco de porra dele, estava muito sensível e bastante biculdinho. Senti-lo me deu tesão e percebi que ainda queria aquele homem dentro de mim. Mas ele já tinha desaparecido.

Peguei meu lenço e me limpei. Olhei em volta mais uma vez e não havia ninguém na rua. Levantei minha calça, entrei no carro e fui embora.

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