Conto de Coroas: Acabei fodendo minha sogra viúva

Acabei fodendo minha sogra viúva. Eu sempre curti uma coroa e uma mulher casada. Os vídeos pornô de caras mais novos fodendo uma madura sempre me deram mais tesão do que com garotas mais novas. Eu tenho 28 anos, sou noivo da Alessandra, ela é uma linda morena de quase 1,70, cabelos ondulados, seios fartos, uma bunda que não é exagerada mas é bem empinadinha e uma carinha de safada que me deixa louco.

Ela tem 23 anos e mora com a mãe, dona Wilma, que tem 54 anos, é viúva a 6 e depois que o marido morreu ela não quis mais saber de homem nenhum. Eu sempre achei minha sogra um tesão, reparava em como ela era bonita, apesar de ser sozinha tava sempre bem cuidada, tinha uma vida ativa, ia para a hidro, pra festas, barzinho, igreja. Sempre tá alto astral e todo fim de semana rolava churras na casa dela, a gente tomava uma cervejinha, ela ficava bêbada e ficava toda solta falando umas putarias.

Ela contava que no tempo dela ela fazia e acontecia com o marido, que não tinha frescura, ela dava de tudo que é jeito e por isso o seu esposo nunca saia da barra da saia dela, nunca tinha motivos pra arrumar outra na rua. Toda vez que ela bebia e começava esses papos, minha noiva ficava puta e eu morrendo de tesão, curioso pra saber se a dona Wilma ainda dava no couro e eu sabia que ela tinha um tesão por mim também porque ela me olhava de uma forma que não era normal uma sogra olhar para um genro.

Em um desses churrascos em sua casa ela colocou um pagode e ficamos ouvindo tomando uma. A minha sogra tem a pele morena, bronzeada porque ela adora uma praia, tem seios grandes durinhos, resultado de uma plástica que ela fez pra dar uma melhorada no corpo, a bunda dela é grande, uma delícia também e ela tem mais ou menos a mesma altura da filha.

Minha noiva tinha que estudar para uma prova da faculdade, então ficamos só nós dois conversando, aí depois de ficar bem altinha, com a fala meio enrolada, a dona Wilma fala que sonhou comigo, mas que era segredo e que foi um sonho estranho, ela acordou sem graça. Tentei saber o que foi, mas ela disse que nunca me diria porque eu não olharia na cara dela, mas insisti e conversa vai, conversa vem, ela contou que teve um sonho erótico comigo e que isso deve ter acontecido porque ela me ouviu transando com a filha dela.

Eu fiquei um pouco sem jeito mas ao mesmo tempo excitado, querendo saber cada detalhe do que ela sonhou comigo, então eu mudei de assunto e comecei a beber mais com ela, imaginando que se ela ficasse mais bêbada, soltaria tudo que tinha rolado nesse sonho. Depois de mais umas duas horas voltei a tocar no assunto e ela disse:
– De novo isso meu filho? você tá muito curioso para o meu gosto, o que a Alessandra ia pensar disso?

Eu disse que minha noiva não precisava saber, que seria um segredo de genro e sogra, então ela contou que sonhou com meu pau, que ela tocava nele, me masturbava, me chupava e que acordou nervosa com aquilo. Assim que ela acabou de contar meu pau já tava duro feito uma rocha e ela percebeu e comentou perguntando o que era aquilo.

Eu disse que era impossível não ficar excitado com a história que ela contou, aí ela aproveitou e disse q sonhava comigo sempre, só não entendia porque, aí aproveitei e falei que ela era uma mulher muito bonita e charmosa, talvez tivesse sentindo falta de ter alguém que desse carinho pra ela, mas ela respondeu que na idade dela seria difícil arrumar alguém, quem ia querer ela? Aí eu respondi que se fosse solteiro eu ia querer. Ficamos nos olhando por uns segundos e eu perguntei se ela teria coragem de ficar comigo.

Ela disse na lata que não, que seria sacanagem com a filha dela e deixamos esse assunto pra lá. Os dias foram passando e passei a achar ela ainda mais sedutora, passava bem pertinho dela pra sentir seu perfume. Quando ela tava na cozinha eu dava abraços fortes pra ela sentir o volume do meu pau e percebia o quanto ela ficava nervosa com meu toque no seu corpo.

Eu já tava sem aguentar mais, minha namorada não desconfiava de nada, afinal ela nunca soube do meu fetiche por mulheres mais velhas e tenho certeza que nunca passou pela cabeça dela que eu tivesse sentindo o maior tesão pela sua mãe. Quando a Alessandra não tava eu fazia questão de encarar a dona Wilma, mas ela tava meio distante, até que um dia ela tava sozinha tomando uma cervejinha no quintal, nem tinha me chamado, mas eu fui e disse que não aguentava mais aquele clima entre a gente e nem a vontade que eu tava de transar com ela.

Mandei na lata que queria comer ela

Ela mandou eu me respeitar, disse que aquilo era molecagem com a filha dela, mas eu sentei na mesa, comecei a beber com ela e disse que não ia desistir. Ela não falou mais nada, ficamos ali bebendo, ouvindo música até ela ficar bêbada e soltinha, mais falante. Aí a Alessandra perguntou se eu não ia dormir, mas eu disse que não, e ela como tava muito cansada disse que ia deitar.

Fiquei muito feliz, uma oportunidade de ficar só com a mãe dela, a casa era grande, dava pra gente conversar a vontade, então sentei mais perto dela e passei a mão em sua coxa. Ela se arrepiou inteira, ficou estática mas não reclamou nem mandou eu tirar a mão. Eu ouvi ela dar um leve suspiro e senti que ela tava gostando, aí fui subindo a mão até chegar no meio das suas pernas. A região tava quente, pegando fogo.

Subi mais e toquei na sua buceta por cima da calcinha, se eu tinha alguma dúvida que ela me queria, acabou ali na hora, a coroa tava toda molhada, ensopada de tesão e quando toquei no seu grelinho ela abriu as pernas discretamente pra dar passagem para minha mão, então com o dedo comecei a tocar uma siririca pra ela e a safada começou a se mexer, se contorcer, morder a mão pra abafar os gemidos e meu pau tava durão, eu tava louco pra que ela retribuísse o carinho.

Eu afastei a calcinha dela, comecei a enfiar os dedos na sua xana úmida e ela se segurava pra não gemer, então eu disse pra ela que era melhor a gente ir pra o seu quarto, mas ela disse que não, me pegou pelo braço e me levou para a dependência de empregadas que tinha na casa, ali no quintal mesmo.

Ela levantou o vestido, baixou a calcinha, botou meu pau pra fora e de joelhos começou a me chupar. Ela chupava gostoso, fazia carinho no meu saco e me olhava com cara de safada pra saber se eu tava gostando. Eu nem tava acreditando que tava fodendo minha sogra, aquilo era excitante pra caralho.
viúva
Não resisti e puxei ela pra um beijo gostoso, a gente tava num tesão e medo ao mesmo tempo com o perigo da minha noiva acordar, mas tava gostoso demais pra parar, então eu fiquei ali beijando ela apressado, apertando sua bunda gostosa, enfiando meus dedos até tocar seu cuzinho e coloquei ela sentada na máquina de lavar, abri bem suas pernas e meti meu pau de uma vez só, sem camisinha mesmo porque a gente nem tinha.

Foi delicioso sentir meu pau entrando na buceta da minha sogra, ela gemia, me agarrava, mordia minha orelha, eu tava sem aguentar de tesão quando ela falou que sempre sonhou em fazer isso. Foi uma putaria gostosa, ela rebolava no meu cacete e enquanto eu metia eu brincava com seu grelinho, assim ela gozou rapidinho.

Eu tava quase gozando também e pedi pra ela ficar de quatro, foi assim que sempre fantasiei com ela e queria gozar. Ela atendeu sem demora, ficou de quatro, agarrei a coroa pela cintura e comecei a bombar com força enquanto com a outra mão tampei a boca dela pra ela não fazer barulho. Logo eu tava gozando gostoso, um leite grosso e farto que escorreu pelo seu bucetão gostoso até descer pelas suas coxas.

A gente se ajeitou, fui tomar um banho, ela também e depois não tocamos mais no assunto. No dia seguinte ela fingiu que nada tinha acontecido, eu tentei conversar com ela e ela disse que era errado, que tava se sentindo culpada pela filha e resolvemos esquecer tudo, mas sempre que ela bebe até hoje fica bem safadinha e louca pra me dar.

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