Conto de Fetiche: Sexo no ônibus durante a viagem pra o Sul

Meu nome e Marcos sou casado, tenho 42 anos sou administrador de empresas, sou bem de vida, moro no interior do Rio grande do Sul, e aconteceu algo inusitado no dia 07/12/2016, fui convidado a participar de um seminário em Porto Alegre, depois de muito resistir resolvi ir no ônibus das 22 horas, fui tranqüilo e minha poltrona era na janela então quando cheguei para me assentar tinha uma moça, acho que em torno de 20 a 22 anos loirinha falando no celular e abanando, acredito que fosse seu namorado.

Eu cheguei e falei: pode ficar sentada aí que eu sento aqui, e ela me olhou e disse: Obrigado tio! Ela estava com um vestido daqueles com tecido molinho, ela era muito delicia. Eu respondi para ela: claro sobrinha pode ficar,e ela riu e partimos. No meio da viagem só conversamos depois de no mínimo uma meia hora, trocamos palavras sobre vários assuntos e as luzes do ônibus se apagaram e quando a luz se apagou ela meio q se assustou e se achegou para bem perto e eu disse: – Você tem medo de escuro? ela respondeu que não, é que estava desprevenida naquele momento.

Senti o perfume dela, uau! eu disse que ela tinha um cheiro gostoso que era toda cheirosa e ela mandou eu cheirar seu perfume então cheirei o seu pescoço e meu pau piscou, que delicia de loirinha e cheirosa. Depois em uma determinada hora ela levantou as pernas, eu vi as coisas mais lindas, as coxas bem lisinhas e quando olhei ela viu e me olhou com uma carinha de safada, percebi pela luz do celular que ela trazia consigo uma manta por causa do ar condicionado e suas coxas estavam arrepiadas, ela se tapou eu disse: -Poxa você vai me deixar sem essa vista? ela só riu e disse: não seja por isso vem pra baixo da manta! Aquilo foi um sim, eu me encostei nela e senti seu corpo quente cheiroso, ai que delicia! quando eu senti sua pela minhas mãos deslizaram e tocaram seus joelhos, senti sua respiração próxima e beijei, um beijo quente, então ela levou sua mão nas minhas calcas e apalpou meu pau duro por cima.

A novinha safada colocou a mão no pau do titio

Ela abriu o zíper, eu senti sua mão quente e macia, meu pau estava molhado ela apalpou apertou ela perguntou no meu ouvido se eu tava gostando, eu ri, ela por baixo da manta abocanhou meu pau, senti sua boca quente e macia me sugando, me lambendo me tirando gemidos que não podia expressar, que loucura! a boca da loirinha era incrível! como sugava, babava, era molhadinha, chupava e eu sentia sua língua nas bolas, era incrível o que ela fazia com sua boca, chupava até que não aquentei e gozei, ela sugou mamou mamou ate tirar a ultima gota e limpar todinho meu pau junto com suas mãos, que delicia! lembro e meu pau fica molhadinho só de lembrar, quando ela sugou tive que empurrar pois não aguentei e ela riu e me beijou a boca, senti o gosto da minha gozada nela, que incrível! nunca tinha feito isso, essa mulher ficou com mais tesão, ela se virou de lado e empinou a bundinha pra mim, alisei suas coxas lisinhas, sua bundinha lisinha, me abaixei no banco e senti o cheiro da sua bucetinha com cheirinho de mijo e molhada.

Lambi ela por cima da calcinha beijei a bucetinha e até o seu rabinho, que delicia! chupei ela por cima da calcinha ai que delicia sentir aquele gostinho do seu mel, ela não podia gemer, sentia que ela mordia a manta tirei pro lado ela segurou a calcinha eu mamei e me lambuzei em sua buceta sem nenhum pelinho, toda lisinha. Lambia seu cuzinho metia meus dedos na sua bucetinha, acariciava seu rabinho, mordia sua bundinha, que delicia, que gostoso, acho que ela teve em torno de 5 a 6 orgasmos que delicia! ela se colocou de ladinho eu encostei meu pau em suas coxas fazíamos movimentos leves estava uma poça de melado mas estava gostoso, enquanto que o meu pau só roçava na sua buceta e no clitóris, minhas mãos deslizavam no vestido no corpo sentia sua pele por baixo e por cima do vestido ate q levei minhas mãos e apalpei o biquinho do seu peito durinho, levei meus dedos na sua boca ela sugava meus dedos ate que ela levou a mão e enterrou sua buceta até o fim.

Ficamos quietos sem se mexer até ela rebolar devagarzinho no meu pau, ela rebolou gostoso mexeu, eu senti que ela gozou no pau, que loirinha safada, ela mexia, parava, aí um momento eu socava devagarzinho até o fundo e voltava, e ficamos até eu não aguentar e encher sua buceta de leitinho quente, não podíamos expressar, tinha uma mulher sentada do lado acho que percebeu tudinho mas não estava nem aí, foi incrível essa gozada lá dentro e ficamos quietos por um tempo até amolecer meu pau, que loucura aquele momento. Nos recompomos eu sorri e beijei aquela boca linda, mordi ela e disse: Tesão você sobrinha. Ficamos quietos só aconchegados um no outro, o ônibus entrou para fazer uma parada e ela disse: vou no banheiro me limpar, vou usar minhas calcinhas e volto sem calcinha. Me falou e rimos.
sexo no ônibus
Quando ela sentou perguntei: tudo bem? ela disse que sim, eu olhei pra ela, e a gata também, mas não trocamos palavras e o ônibus seguiu viagem depois de uns 15 minutos escuros, ar e manta, ela se aconchegou em mim e ficamos assim em torno de uns 30 minutos ela deitou a cabeça no colo acariciei seu rosto ela me abraçou de lado e ficamos assim nos beijando e acariciando até que beijei seus peitinhos e suguei, que delicia, que macio, e ficamos ali até que ela novamente tirou o meu pau pra fora durinho e colocou a camisinha e disse que estava sem calcinha e perguntou se queria comer seu rabinho então ficou de ladinho de novo passou saliva nele e no pau e disse vem come sua sobrinha no rabinho!

Nisso ela foi mexendo atolando devagarzinho, gostoso, e quando entrou a cabeça tava bem apertadinho e ficamos ali metendo, entrando saliva até que foi todinho e quando foi ela mexia devagarzinho. Foi incrível aquele momento gostoso sem poder expressar, gemer, somente ficar asfixiado até que gozamos juntinhos, que loucura! ficamos quietinhos nos arrumamos e depois nos aconchegamos, não trocamos nenhuma palavra até o final quando perguntei seu nome e ela respondeu: posso mentir? em seguida respondendo que se chamava Fran, e como não perguntou o meu não falei nada. peguei minhas coisas e parti.

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