Contos eróticos com traveco: Primeira transa com travesti

Oi, vou contar como começou o meu gosto por travestis e consequentemente por pau.

Sempre achei que curtia mulher, tive muitas namoradas e sempre curti o sexo com elas, mas na maioria das vezes eu sentia que faltava alguma coisa.

Eu curto o corpo feminino, as curvas, os seios fartos, mas confesso que tinha um desejo de ser dominado que eu acabei escondendo por muito tempo.

Eu me chamo Lucas, tenho 35 anos e sou casado e pai de dois filhos lindos.

Minha esposa é uma morena linda, tem 28 anos, seios fartos e durinhos, uma bunda que deixa qualquer macho louco e é muito boa de cama. Ela se chama Vitória e nós somos casados a 7 anos.

Quando minha esposa saia para trabalhar e até hoje, eu sempre curti ir em sites eróticos pra ver umas putarias.

Um dia não lembro bem quando, comecei a me interessar por vídeos de travesti.

Adorava ver aquelas mulheres grandes, peitudas e safadas metendo nos caras ou comendo mulheres com buceta.

Passava horas punhetando imaginando um traveco daqueles comendo minha mulher e até me comendo.

Confesso que era uma pensamento que me trazia bastante vergonha, já que como pai de família eu não podia me permitir esse tipo de “viadagem”.

Mas eis que a vida prega algumas peças na gente. Um dia eu estava voltando do trabalho (sou programador em uma empresa) as vezes saio super tarde resolvendo mil coisas e nesse dia passando pelo centro da cidade prestei atenção naquelas travestis que ficavam fazendo ponto na esquina. Morria de curiosidade mas tinha medo de ser assaltado ou sei lá o que, então deixei essa ideia no pensamento uns meses, até que resolvi procurar na internet anúncios de profissionais do sexo.

Olhei fotos e li a ficha de várias gostosas, vi que muitas tinham um pau maior que o meu até, e uma delas me chamou atenção: Ela se chamava Paola, era uma morena gostosa, 1,80 de altura, seios enormes turbinados com silicone, uma piroca rosinha de tamanho médio, toda lisinha e com a maior cara de ninfeta.

No anúncio peguei o número dela e resolvi que ligaria no dia seguinte quando estivesse sozinho.

Saindo do trabalho eu parei o carro e liguei pra ela e fiquei surpreso que a moça tinha uma voz maravilhosa, super feminina e doce. Ela me atendeu, explicou quanto cobrava pelo programa, achei o preço salgado mas queria pagar para ver.

primeira transa

Eu marquei com ela para o dia seguinte e assim que desliguei o telefone já fiquei nervoso. Não sabia como seria e se eu daria conta d deixar meus preconceitos de lado. Arrumei uma desculpa pra minha esposa me sentindo um pouco culpado, afinal eu ia trai-la, não que eu já não tivesse feito isso antes, mas tinha feito com mulher.

Liguei para a Paola, ela me deu o endereço do seu flat, cheguei lá e fiquei besta com tanto luxo. Era um lugar arrumado, com móveis aparentemente caros e fiquei imaginando quanto ela deveria ganhar fazendo programa.

Ela me recebeu linda, num vestido justinho preto, um salto que deixava ela maior que eu, uma maquiagem composta de um batom vermelho e seus cabelos soltos e cheirosos.

Ela me chamou pra sentar no sofá, conversamos alguns minutos, ela notou meu nervosismo e perguntou se era minha primeira vez. Confirmei e Paola pediu para eu relaxar e trouxe um vinho branco pra gente tomar. A cada gole eu ia ficando menos nervoso e ela abriu o zíper da minha calça, colocou meu pau pra fora, ainda mole e começou a chupar.

Aquele foi o melhor boquete que recebi na minha vida, ela chupava sem nojo, sem frescura, lambia meu saco, chupava e me deixava louco. Quase que eu gozava só com aquilo, mas ela me conduziu para o quarto dela, quebrando aquele clima e fomos tirando a roupa, botei a camisinha e fui metendo gostoso naquele cu que era bem apertadinho por sinal.

Arranquei muitos gemidos da safada e não demorou muito e gozei bem gostoso.

Paguei, agradeci pela noite e disse que ligaria pra ela para marcar outro encontro como esses.

Fiquei a semana inteira pensando nessa trepada gostosa e também na vontade que eu tava sentindo de experimentar ser dominado e penetrado pela Paola.

Não resisti e resolvi realizar meu fetiche

Resolvi ligar pra ela e marcar outro programa. Como sempre conversamos um pouco, fomos para a cama onde eu comi aquela gostosa, fiz uma espanhola naqueles peitos enormes, sentindo eles esmagarem meu pau a cada roçada que eu dava e resolvi pedir pra ela me comer. Caralho, como fiquei nervoso, ela foi super carinhosa, tentou me relaxar, beijou minhas costas e foi enfiando devagar, colocando a cabecinha e mesmo depois de praticamente ter gasto um tubo de ky pra deixar meu rabo lubrificado, eu não estava aguentando nem o começo, mas como eu já estava ali, permiti que ela fosse até o fim.

Soltei um grito de dor quando aquela gostosa enfiou seu pau em mim e pensei em desistir, mas ela disse que ficaria bom, então continuamos.

No começo foi só dor, mas depois junto com a dor fui sentindo um certo prazer e nós dois nos perdemos ali naquele momento de putaria bem gostoso. Gemi pra caralho na pica daquela trava e me senti realizado dando meu cu pela primeira vez. Depois desse dia fiquei viciado e toda semana eu tinha que marcar um programa com a Paola e era sempre uma delícia, ela me comia, eu fodia ela também e acabei conversando com minha esposa sobre o assunto, não contei das minhas aventuras com a Paola, claro, mas deixei claro minha vontade de ser penetrado.

Hoje eu e a Vitória brincamos muito, ela usa a cinta com um consolo e me penetra depois que eu meto nela e isso fez nossa vida sexual melhorar bastante.

Hoje em dia to quase convencendo ela a fazer um programa nós dois e a Paola, acho que vou acabar conseguindo e volto pra contar pra vocês

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