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Conto Erótico Comendo Minha Mãe

Eu tinha acabado de completar 23 anos de idade e trabalhava fazendo fotografias em eventos diversos, para poder bancar minha faculdade. Sou filho único e ainda moro com minha mãe que é divorciada do meu pai. Ela é um verdadeiro mulherão do tipo que gosta de usar roupas extravagantes e acredito que esse foi o principal motivo da separação deles. Mamãe tem 43 anos, cabelos aloirados, aproximadamente 1,70 m, faz academia e ainda faz muito sucesso quando vamos a praia. Num belo final de semana, ficamos conversando sobre vários assuntos e acabamos confidenciando certas particularidades de nossas vidas. Ela contou que esteve namorando um rapaz de 27 anos de idade e tudo estava ficando interessante, até que a ex-namorada dele decidiu reatar o namoro, estragando o relacionamento. Lamentei pelo acontecido e contei a ela que eu só namorava mulheres mais velhas. Falei também que havia terminado com uma coroa casada, porque as desconfianças do marido corno estavam dificultando os encontros. Então convidei minha mãe a postar algumas fotos sensuais em sites adultos de relacionamentos, para conhecer pessoas interessantes. Ela gostou muito da ideia e como não possuía fotos do gênero, combinamos ir a um lugar mais adequado para registrar algumas imagens. E num determinado feriado, levei minha mãe a um motel que ficava bem afastado de nossa cidade. Iniciei fazendo fotos dela apenas de calcinha e a cada intervalo para tomar-mos uma cervejinha, minha mãe ficava mais exibida. Com o decorrer do trabalho, acabei ficando de pau duro e para aliviar o calor que estava sentindo, retirei minha camiseta, ficando apenas de bermuda. Quando mamãe percebeu minha excitação, falou sem nenhum tabu, para tirar tudo. Então, baixei o que restava e para minha surpresa, ela ficou admirando meu membro totalmente rígido e logo falou que era bem maior que do meu pai. Inesperadamente, minha mãe passou a mão esfolando a cabeça e quase implorando ordenou: – Vem meu filho….! Mete esse mastro na minha boceta, mas esquece que sou sua mãe…! Naquele instante, sequer pensei no incesto e mandei rola na coroa. Com ela de quatro, agarrei-a pela anca e soquei sem dó naquela bocetona que apesar da idade, parecei que não via uma rola há tempos. Ela gemia, soluçava, falava palavras desconexas e ainda mandava bater em sua bunda. Em pouco tempo, não resisti e gozei feito um cavalo em sua vagina. Caímos exaustos na cama e ficamos sem nos falar por alguns minutos. Depois fomos tomar um delicioso banho, onde rolou muito carinho de ambas as partes e logo retornamos à cama reiniciando a seção de fotografias. Estávamos mais liberais e após alguns clic’s comecei a observar e desejar seu ânus, já que ela não parava de mostrar o bundão. Perguntei sem pudor: – Posso meter nesse buraquinho lindo? Ele respondeu: – É todo seu..! Sinto muito prazer quando faço sexo anal..! É meu ponto fraco, meu filho…! Para facilitar a penetração, mandei-a chupar meu pau até ficar bem meladinho. Ela começou a salivar e quando parou, percebi que era muito profissional em lubrificar um mastro. Mamãe ficou de bruços e falou: – Fode meu cu filho da puta…! Arromba esse rabo que teu pai não dava conta! Apesar de não ter tido dificuldades na penetração, eu fiquei em êxtase com suas palavras e introduzi até o final. Iniciei um vai-e-vem bem delicado e como o cu estava bem receptivo, comecei a bombar com mais violência. Ela babava, arrebitava o rabão e ainda falava que era uma puta cuzeira. Sei que era um prazer proibido, devasso e depois de uns 15 minutos bombando a coroa falou desesperadamente que estava gozando pelo cu. Com isso, não deu para aguentar mais e anunciei que estava enchendo seu reto de porra. Urrei feito animal e até parecia que meu pau não parava de esguichar. Quando saí do cuzão dela, percebi o estrago que havia feito, pois meu pau estava bastante sujo de porra e merda. Uma semana depois nós transamos novamente, mas não foi como a primeira e logo decidimos não transar outra vez. Hoje tanto eu quanto ela, encontramos alguém, por intermédio do tal site de relacionamentos, mas aquele trepada será sempre lembrada.

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