Conto de Traição: Comi a casada de Curitiba

Bom, me chamo Jeferson, moro em Curitiba tenho 35 anos e sou casado. Sempre gostei de aventuras, sexo casual, mas nunca pensei em sair com um casal.

Certo dia estava muito calor, fui ao mercado, onde avistei de cara uma loirinha, cabelo curtinho, salto, saia rodada, e um corpo delicioso, não tive como não olhar muito menos encara-la. Entrei no mercado pensando naquela mulher, era muito linda, continuei minhas compras e avistei de longe ela novamente, era visível os outros caras olhando para ela, mas minha decepção veio quando vi um outro cara abraçando ela, era seu marido. Desanimei, e continuei minhas compras, chegando na sessão de bebidas fui pegar uma cerveja, estava distraído, quando vejo ao meu lado quem, ela a loirinha de meus sonhos. Senti o cheiro de seu perfume, olhei em seus olhos, como era linda, foi quando ela disse, nossa como as cervejas estão caras! Respondi prontamente: verdade! mas neste calor não tem como ficar sem nenhuma. Ganhei seu sorriso, onde ela respondeu, tá calor demais, estou toda suada. Quando fui falar algo seu marido chegou quebrando o clima. Peguei minha cerveja e sai de lado, olhei para trás para ver aquele corpinho, e reparei que ela ficou me encarando, com certo sorriso malicioso, achei que fosse bobeira. Fui para o caixa pagar, cheguei ao carro estava carregando as compras, quando escuto uma voz doce, que grande seu carro! Sim era ela, minha loirinha, agradeci e perguntei cadê seu marido? Ela me disse que estava no carro esperando ela, que ela só tinha me vindo dar uma coisa. Nessa hora gelei, perguntei o que? Ela abriu a mão e me deu um papel com seu telefone, olha, somos um casal liberal, fiquei louca de vontade de você, alto, charmoso, se estiver afim de algo sem compromisso e com sigilo me liga, sem dar tempo de dizer nada ela encostou a mão em meu rosto e me deu um selinho, se despedindo.

Ainda estava anestesiado e pensativo sobre a situação, já tinha ouvido falar de casal liberal, mas não acreditava que era verdade.

Depois de 1 mês de papo ia finalmente foder a gostosa

Pois bem, mandei whats para ela, onde conversamos e nos conhecemos melhor, seu nome era Kelly, 24 anos casada há 3 anos com Mauro de 43. Conversamos cerca de um mês para conseguir conciliar horário, em um sábado de manhã fui a casa deles, chegando lá subi até o apartamento onde fui recebido por Kelly, que estava sozinha, perguntei do marido, ela disse que tinha ido resolver umas coisas.

Ela foi receptiva, estava apenas enrolada em um roupão, sentei no sofá, ela perguntou se queria café disse que não, que o que eu queria era ela desde o dia do mercado, ela respondeu que era toda minha então.

casada

Puxei ela no meu colo, sentou em cima de mim, sentia o cheiro de mulher bem cuidada, beijei seu pescoço, sua boca, soltei o laço do roupão e por baixo não tinha nada, sua bocetinha estava tão molhada que seu liquido já tinha molhado minha perna.

Kelly se ajoelhou no chão, tirou minha calça, e abocanhou meus 19 cm, chupava gostoso, lambia, tentava encher sua boca com meu pau. Ficou como uma cadelinha de quatro mamando.

Foi minha vez de retribuir, deitei ela no sofá, beijei seu corpo todo, pescoço, boca, ombro, peitinhos pequenos, barriga, virilha e bocetinha, toda depiladinha, rosada, suguei seu clitóris, lambi suave, até pegar um ritmo e ouvir ela em um gemido alto gozar, me pediu um beijo com gosto de sua bocetinha, me pediu para sentar no sofá de novo, veio por cima, segurando em sua bunda redondinha ela se esfregava em meu pau, ela estava tão molhada que nesta brincadeira escorreguei para dentro dela, ela me deu um beijo e começou a rebolar, segurava firme em sua bunda e puxava de encontro a mim, ela era maravilhosa, como gostava de pau, como cavalgava.
Ficamos assim uma meia hora, pedi para ela ficar de quatro, encostei a cabecinha e senti ela engolir meu pau, com uma mão segurando seu cabelo e outra dando tapas em suas bunda, soquei e soquei muito, chamava ela de putinha, vadia, e ela mandava eu foder, comer ela gostoso que ela ia me dar sempre daquele jeito, quanto mais eu metia mais ela gemia alto, quando olhei para porta vide seu marido encostado batendo punheta.
Ele me olhou e disse, esta arrombando minha mulher né, que socada foi esta, que tesão, tem assim de novo para eu ver.

Deitei ela de frente para mim, abri suas pernas e meti, sentia meu pau entrar fundo nela, foi quando ela anunciou o gozo no meu pau, senti sua bocetinha contrair mordendo meu pau, não parei de meter continuei, via a cara de prazer dos dois, para não perder o ritmo e socando ela gozou novamente. Estava com muito tesão, ela me beijava muito, sua cara de safada, me deixava louco, aquela loirinha que alguns dias atrás eu só lambi com a testa estava metendo de verdade era minha naquele momento.

Voltei a meter nela, seu marido ao lado com uma câmera filmando, levantei suas pernas e entrei fundo, chamava ela de puta e ele de corno, era minha vez de esporrar, sai de dentro dela, ela veio de encontro com a boca, e soltei jatos de porra em sua garganta, sua cara , até seu cabelo acertei, quanta porra disse ela, rimos, seu marido tirou várias fotos.

Kelly disse que ia ao banho, me arrumei, fiquei conversando com seu marido, ele disse que era uma fantasia antiga esta, mas nunca havia achado um cara que Kelly tivesse gostado, e quando ela me viu pediu que fosse eu o escolhido.

Agradeci a ele pela oportunidade e que eles ganharam um amigo. Kelly saiu do banho e arrumou uma mesa com frutas e bebidas para nós, conversamos, demos risadas, e vimos as fotos, juntos. Hoje faz sete meses que transo com ela, sou amigo fixo do casal, se algum casal, casada ou solteira quiser algo casual, sem compromisso, com sigilo e descrição entre em contato.

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